Foi o que disse o ilustre sr. Sílvio da Cruz Menezes nesta coluna (29/2). Disse também que por sê-lo, nunca foi vítima em qualquer circunstância. Posso até vê-lo, com a maior "cara de pau", quando narra, tentando nos convencer que é dono do seu nariz, pois lava sua roupa e faz sua comida. É mole?! Ora bolas, sr. Sílvio. O sr. não quer que eu vá à sua casa e faça isso, quer? Fala sobre o "Beijaço gay" e que as pessoas que não o aprovam são pessoas pequenas e hipócritas. Será que nós, que somos homens normais, constituímos família, temos filhos e os amamos, somos coisas pequenas e hipócritas?! Até poderíamos lavar nossas roupas ou fazermos nossa comida, mas de um modo geral temos nossas esposas que nos agraciam com esse labor... e com muito carinho. Diz: "Às vezes passo os olhos por este jornal e leio algumas cartas dos leitores".
O sr. não deveria ler só "às vezes", mas sim sempre, pois quem tem o privilégio de aparecer nele são pessoas cultas, inteligentes e sabem o que escrevem. Suas críticas são construtivas, no sentido de "abrir os olhos" da coletividade. Será que é o seu caso?! Tentar nos convencer que o "Beijaço gay" é uma coisa normal e que nossos filhos achem essa atitude normal? Ora bolas (mais uma vez), sr. Silvio!!! Por falar em filhos, o sr. os tem? Tenho certeza que não. Ainda bem, pois seria uma calamidade se os tivesse. Iria educá-los à sua maneira! Finalmente, diz não achar outro termo "pra" descrever esse "Paisinho" em que vivemos. Completa, querendo justificar: "Quando digo ?Paisinho?, estou me referindo às pessoas pequenas, não ao país em si". Sua justificativa pegou mal, sr. Sílvio. Entende-se que devemos aplaudir todos os gays e suas andanças subindo e descendo a av. Nações Unidas. "Pra" (como o sr. diz) encerrar, estou pouco me lixando se o sr. é gay ou não... mas, por favor, não saia por aí falando que "o capim está comendo a vaca".
Luiz Carlos Pasquarelo