10 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

OS MEUS 54 ANOS DE PESQUISAS


| Tempo de leitura: 2 min

Tudo começou na madrugada do dia 4/11/57 quando um ufo fez uma incursão ao Forte Itaipu (Praia Grande-SP). Lá, meu pai era subtenente. O incidente está relatado no livro: "A verdade sobre os discos voadores", do major aposentado Donald Keyhoe (Marinha dos EUA). Muita gente acha que o assunto se baseia em fantasia, algum tipo de piada, portanto, seria perda de tempo. Os dados reunidos, o acúmulo de evidências durante décadas de pesquisas se tornaram convincentes para mim.

A seguir, em síntese, as principais ilações a que cheguei. Há um fenômeno físico, algo real, mas desconhecido. Ufo é um objeto com características aerodinâmicas ou formas incomuns, não se assemelha a qualquer aeronave ou míssil conhecido ou que não pode ser identificado como um objeto familiar. São máquinas voadoras com desempenho excepcional.

Alcançam velocidades e acelerações tremendas, giram em ângulos retos ou agudos, num piscar de olhos. Podem parar e permanecer no ar, desafiando as leis da física. Eles são sólidos, tridimensionais, voando em nossos céus. Chegam, pousam deixando vestígios no solo, murcham as folhas de plantas próximas.Interagem com aviões, têm efeito físico sobre eles. Fotografias registram suas imagens, são captados por radares. Assim, os ufos nos conduzem à hipótese extraterrestre. Se um governo terrestre tivesse criado objetos voadores que flutuem sem se movimentarem, a poucos metros do chão, que sumam em alta velocidade num piscar de olhos, sem fazer ruído, seriam usados numa guerra.

A possibilidade de que os ufos possam ser extraterrestres justifica a negativa obstinada de um estudo profundo sobre eles. Estas naves, sendo extraterrestres, significariam que são produzidas por civilizações superiores. O que cria o medo nos seres humanos. Nega-se então o fenômeno ufológico, porque admitir os ufos é aceitar que não temos como reagir diante de tal tecnologia avançada. A nossa visão antropocêntrica do mundo é que não permite um estudo sério dos ufos. Milhares de pessoas viram esses objetos, inclusive pilotos militares. Cerca de 90% dos avistamentos podem ser explicados como não sendo ufos.

Nos 10% restantes, tudo o que sabemos é que se trata de algo não feito pelo homem.Sempre pesquisei o assunto como observador objetivo. Testemunhas oculares me impressionaram por seus relatos sinceros de encontros surpreendentes com ufos. Muitas testemunhas sofreram o impacto de um encontro incompreensível com um ufo e até hoje vivem este drama.


Gilberto Sidney Vieira