Os pecuaristas brasileiros (corte e leite) já podem contar com uma tecnologia de última geração para o controle das principais verminoses que afetam o sistema gastrintestinal e pulmonar dos bovinos, com ação eficaz também em parasitos externos (mosca dos chifres; berne; ácaros das sarnas sarcóptica e corióptica; e piolhos). Trata-se da molécula endectocida "eprinomectina", que é o princípio ativo de Eprinex® Pour On, da Merial Saúde Animal.
Com alta persistência no controle das principais verminoses dos bovinos, a solução não determina descarte do leite nem é necessário período de carência ou retirada para o abate dos animais tratados.
Desenvolvido por pesquisadores da Merial, a eprinomectina surgiu após trabalho em busca de um antiparasiário de ação inovadora. Até o resultado final, foram analisadas mais de 500 moléculas da classe das Lactonas Macrocíclicas (avermectinas e milbemicinas).
"Adicionalmente, se buscava uma formulação que determinasse o mínimo estresse aos animais e possibilitasse agilidade nas aplicações, ou seja, uma formulação pour on (tópica) que não tivesse seus efeitos sobre o controle parasitário prejudicado por condições ambientais, como a incidência de chuvas e extremos de temperatura. Assim, chegou-se à eprinomectina", ressalta Marcos Malacco, gerente técnico da Merial.
Segundo Paulo Colla, gerente de produtos, a chegada de Eprinex® ao mercado brasileiro representa um benefício sem precedentes para a pecuária bovina de corte e leiteira, num momento em que a carne bovina brasileira é um dos maiores destaques do agronegócio.
Nos últimos anos, o Brasil tem figurado como o maior exportador de carne bovina em todo o mundo e o produto chega à mesa tanto de consumidores brasileiros quanto de vários países do mundo - inclusive de mercados extremamente exigentes como o norte-americano e europeu, sem apresentar riscos à saúde dos consumidores quando a questão é presença de resíduos penalizáveis nos alimentos.
"Com a eprinomectina, o controle de importantes parasitos no gado de corte no período pré abate deixou de ser uma preocupação ao pecuarista, que pode fazer o manejo de vermifugação atendendo as regras IN48 com total segurança e produzir alimento de alta qualidade", explica Colla. "O mesmo ocorre com as fazendas de produção leiteira em relação à ordenha", complementa.