Poxa, Igor, que pena que você nos deixou, como eu ficava feliz quando ia em sua casa.
Que tardes alegres a gente passava, sempre trocando ideias e escolhendo notícias para montarmos os telejornais onde muitas vezes eu filmava e você apresentava as notícias e, sempre quando precisávamos, sua mãe Mônica e seu pai Junior nos ajudavam. Lembra-se daquele dia que fomos na Emdurb, fazer um trabalho de escola a respeito da Semana Nacional do Trânsito e entrevistamos um dos assessores de lá? Me lembro também daquele dia em que fui te ver na gravação do programa que apresentava diariamente. E os vídeos divertidos que gravamos com seus pais, sempre felizes?
Lógico, ninguém é de ferro, também brincávamos de videogame e outros jogos também. Que pena, Igor, que não poderemos repetir esses momentos tão felizes.
O que mais achava legal em você é que sempre estava com sorriso no rosto e os olhos transmitindo a vontade de viver e, apesar de tudo, nunca reclamou e nem mesmo demonstrou ressentimento, tanto em nossa classe quanto em sua casa.
Mas ao mesmo tempo em que fico triste de saber que não poderemos estudar e nem brincar mais, fico feliz de ter conhecido um Anjo e principalmente de ter a certeza que hoje você está ao lado de Deus.
Parabéns, Igor, por tudo que você fez nesse curto período em que estivemos juntos e também aos seus pais Mônica e Junior pela alegria e carinho que sempre te trataram.
Seu amigo Pedro Henrique Mota Silva - 9º ano