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Divulgação |
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Crianças entre 3 e 5 anos de idade são atendidas na brinquedoteca |
O trabalho da Brinquedoteca da Faculdade de Agudos (Faag) começou há exatos cinco anos, com o objetivo de garantir educação e cidadania a crianças que pudessem ter esses direitos violados. O projeto deu tão certo que desde março de 2007, quando começou a ser executado, cerca de 900 menores foram atendidos, todos com idades entre 3 e 5 anos.
A iniciativa, desenvolvida no campus da Faculdade de Agudos, oferece oportunidades de socialização às crianças. Além disso, possibilita alternativas de aprendizagem que contribuem para superar dificuldades na escola.
“A Brinquedoteca foi especialmente elaborada para que esses menores tivessem momentos lúdicos e de aprendizagem espontânea. Nesses 5 anos, demos oportunidades para que elas pudessem brincar e compartilhar momentos de alegria. O resultado tem sido a socialização sem preconceitos”, pontua Eliane Delázari, coordenadora e responsável pelo projeto.
Todos os anos são atendidas 180 crianças de famílias de baixa renda de Agudos. As atividades são desenvolvidas com alunas do curso de Pedagogia da Faag, que voluntariamente se propõem a integrar o projeto como monitoras.
Mundo da fantasia
A Brinquedoteca da Faag funciona em uma sala especialmente reservada para o projeto, no campus da Faculdade. No local, as crianças são estimuladas a brincar com jogos, bonecas, casinhas de bonecas, carrinhos, bichos de pelúcia, participam de teatro de fantoches e de oficinas. “Elas interagem com as histórias, com os personagens e vivenciam a fantasia”, destaca Eliane.
Todas as atividades ajudam no desenvolvimento cognitivo, motor, físico e no equilíbrio emocional dos menores atendidos. Eles também são incentivados à liberdade de expressão, à socialização, a usar a imaginação e a criatividade. Eliane ressalta que os resultados são satisfatórios nesses cinco anos de projeto. As crianças apresentam melhoras na fala, no desenvolvendo do vocabulário, no relacionamento interpessoal e na coordenação motora. “Essa criança, hoje atendida pelo projeto, se tornará um adulto mais humanizado, consciente, crítico, gentil e que respeita o próximo”, completa Eliane.