São Paulo - Manifestantes católicos contrários ao aborto iniciaram ontem a redistribuição de um panfleto elaborado nas eleições de 2
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que recomenda que os brasileiros “deem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalização do aborto”. O folheto também faz críticas ao PT e à então candidata Dilma Rousseff.
Os cerca de 1 milhão de panfletos haviam sido apreendidos pela Polícia Federal às vésperas do 2º turno das eleições de 2
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, mas foram liberados pela Justiça no ano passado. Os papéis são de autoria da Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), responsável pelo Estado de São Paulo.
O bispo emérito de Guarulhos, dom Luiz Bergonzini, que liderou a manifestação, disse que a recomendação de não votar em candidatos pró-aborto vale também para as eleições municipais deste ano. Ele não quis, no entanto, citar pré-candidatos específicos.
O religioso focou suas críticas na presidente Dilma. Em nota divulgada no evento, ele afirma: “Nos atribuíram a “mentira” de Dilma Rousseff e o PT serem a favor da liberação do aborto. Provamos que o PT e Dilma Rousseff eram e continuam sendo a favor da liberação do aborto”. A manifestação reuniu cerca de 1
pessoas. Participaram integrantes da CNBB de São Paulo, da diocese de Guarulhos e do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, sucessor da entidade de extrema-direita TFP (Tradição, Família e Propriedade).
Serra citará obras
Tucanos estão fazendo um levantamento dos investimentos feitos pelo Palácio dos Bandeirantes na capital durante o governo José Serra.
Pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, Serra usará esses números para minimizar a rejeição que enfrenta por ter deixado a prefeitura para concorrer ao governo em 2
6.
O argumento será o de que, sob o comando de um paulista, o governo de São Paulo investiu pesadamente na capital.
Em sabatina promovida pela Folha de S.Paulo durante a campanha de 2
4, Serra assinou um documento garantindo que cumpriria todo o mandato (até 2
8), mas se afastou do cargo em 2
6 para disputar o governo.