Pesquisas desenvolvidas pela Universidade de São Paulo (USP) concluíram que a geologia de Bauru é capaz de proteger o Aquífero Guarani, atualmente responsável por 6% do abastecimento da cidade.
Por conta especificamente da característica das rochas basálticas locais, o município terá mais tranquilidade com relação ao futuro abastecimento de água.
No entanto, conforme veiculado no ano passado pelo JC, sem políticas efetivas para evitar a exploração demasiada, o uso da água proveniente do Aquífero Guarani poderá gerar sérios problemas nos próximos 5 anos.
A conclusão veio de estudos realizados no “Programa Sistema Aquífero Guarani” e que reuniu estudiosos dos quatro países que se beneficiam do manancial (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai).
De acordo com os especialistas, pelo menos cem cidades brasileiras abastecidas por um dos maiores reservatórios de água doce do mundo deverão lidar com a exaustão e competição demasiada pela água.