11 de julho de 2026
Política

Militante peemedebista reclama sobre a desmobilização do partido


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A militante peemedebista e dirigente do Conselho Municipal da Condição Feminina Haydée das Dores de Souza esteve no Café com Política do JC para manifestar seu protesto pela forma como a direção do PMDB em Bauru está conduzindo o partido. Segundo ela, o PMDB não discute mais nada com a militância há um bom tempo. O exemplo mais gritante foi a troca de comando do partido, a partir de uma decisão de cúpula tomada em São Paulo, com a participação do atual presidente da Comissão Provisória, Renato Purini, e do prefeito Rodrigo Agostinho. Coordenadora do Movimento de Mulheres do PMDB, Haydée lamenta a desmobilização partidária, o que considera um desrespeito aos filiados, “que são tratados apenas como números”. A militante desde os anos 8

diz falar em nome da ala sindical do partido, que se encontra, da mesma forma, insatisfeita e, como ela, “com um pé fora do partido”. Outras mulheres “históricas” do partido também manifestam sua desilusão com o PMDB bauruense, como Ruth de Souza, Darci Gasparini e Regina Rebuá. “Estamos hoje em um partido sem vida orgânica, sem estrutura e sem reuniões para, ao menos, dar satisfações aos militantes, um desrespeito muito grande a quem ajudou a construir a bela história do partido em Bauru e região”, denuncia Haydée, que tem convites de outros partidos e está prestes a aceitar a mudança de ares.