São Paulo - O governo dos EUA pretende criar fila rápida na imigração americana para facilitar a entrada de viajantes brasileiros frequentes no país.
Entrar nessa fileira expressa dispensaria pegar a fila da imigração convencional, que chega a demorar uma hora.
Por US$ 1
(R$ 181), o viajante brasileiro faria o controle de passaporte em um equipamento semelhante aos totens de check-in dos aeroportos; o processo todo leva menos de três minutos.
A intenção é abrir de 15
a 5
vagas em um projeto piloto cujo início está previsto para maio ou junho, segundo o governo americano.
A execução depende de acordo com o Ministério da Justiça brasileiro. As duas partes estão em negociação. Procurado, o ministério não deu detalhes das tratativas.
Apresentado ontem em São Paulo, o plano dos EUA é incluir o Brasil no programa “Global Entry”. Entre os países que não fazem fronteira com os EUA, só a Holanda dispõe de projeto similar.
Poderão se candidatar à fila expressa os brasileiros sem antecedentes criminais e que já tenham visto (que custa ao menos R$ 291, sem contar despesas postais). No início, serão convidados jornalistas, empresários e tripulantes de companhias aéreas.
Numa segunda etapa, turistas também poderão se inscrever. O estágio inicial levará até um ano e meio, segundo Jaime Ramsey, adido de alfândega e proteção de fronteiras dos EUA, e poderá ter até 1.5
vagas no final.