09 de julho de 2026
Bairros

Funcionários da prefeitura caem de telhado na V. Falcão

Da Redação
| Tempo de leitura: 1 min

Na manhã de ontem, dois funcionários da Secretaria de Obras que realizavam consertos em um imóvel localizado na Regional Falcão caíram de uma altura de mais de três metros e precisaram ser levados ao Pronto-Socorro Central (PSC). Apesar de os homens terem tido apenas ferimentos leves, o Sindicato dos Servidores Municipais (Sinserm) afirma que houve negligência e irresponsabilidade por parte da prefeitura.

 

De acordo com o que a reportagem apurou, eles estavam no topo do imóvel quando as telhas quebraram. Os dados dos dois funcionários não foram divulgados. Segundo a assessoria de comunicação, eles não autorizaram que seus nomes e idades fossem passados.

 

Também de acordo com a assessoria, os dois funcionários tiveram apenas ferimentos leves e foram liberados ainda pela manhã. 

 

O Sinserm esteve no local para verificar o ocorrido. Segundo Valdecir Rosa, diretor do sindicato, houve negligência por parte da prefeitura. “Não só negligência, como irresponsabilidade também. As telhas que quebraram suportam o peso de uma pessoa, mas havia folhas, galhos e abacates. Por isso, elas quebraram”, explica. A sujeira do telhado seria porque o prédio fica ao lado de um abacateiro.

 

O diretor ainda completa que não havia segurança suficiente nem a supervisão necessária para aquele tipo de serviço. “Não tinha nem um engenheiro de obras e nem um técnico de segurança”. O sindicato não descarta ainda entrar no Ministério Público do Trabalho contra a prefeitura.

 

Por meio da assessoria de comunicação, a Secretaria Municipal de Obras informou que todos os funcionários possuem Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), entretanto, afirmou que este será um dos pontos a serem investigados no acidente de ontem.

 

“Quanto à utilização por parte dos funcionários envolvidos no acidente ocorrido nesta sexta-feira, este será um dos pontos a serem investigados pelos órgãos competentes conforme as regras do Ministério do Trabalho”, divulgou, em nota.