08 de julho de 2026
Geral

Após esfriamento, visita de Dilma pode aprofundar relação com EUA

BBC
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Quando a presidente Dilma Rousseff der início a sua visita de dois dias aos EUA, nas próximas segunda e terça-feira, tentará aprofundar uma relação bilateral que é ampla, mas superficial, na opinião de analistas que discutiram a viagem durante um evento em Washington nesta semana.

A decisão da presidente de fazer metade de sua agenda na cidade de Boston – sede da prestigiosa Universidade de Harvard e do Massachusetts Institute of Techonology (MIT) – deixa claro o quanto a visita se concentrará na questão dos intercâmbios de pessoas e de ideias.


Uma década de crescimento econômico fez da mão-de-obra qualificada um recurso escasso no Brasil – um tendão de Aquiles para o desenvolvimento e um empecilho que Dilma tem tentado combater.

Ela deve promover nos EUA o programa Ciência Sem Fronteiras, que pretende conceder mais de 100 mil bolsas a estudantes de graduação e pós. A grande maioria é de brasileiros que querem estudar no exterior, e grande parte deve ter como destino os EUA.

Em Washington, além de encontros com o presidente Barack Obama, Dilma deve discursar ao fim de um seminário empresarial promovido pela Câmara Americana de Comércio.

A ocasião servirá para promover a colaboração entre empresas brasileiras e americanas, abrindo espaço para a inovação.