Lins - Uma sucuri de quase três metros foi encontrada no córrego Campestre, no Centro de Lins (1
2 quilômetros de Bauru), na manhã de ontem. Dezenas de pessoas se aglomeraram em volta do ribeirão para ver o réptil. A cobra se escondeu na vegetação depois de receber algumas pedradas que teriam sido atiradas por crianças. O riacho é raso por isso é fácil a visualização do filhote de sucuri. Ela não foi capturada e, segundo consta, seguiu “nadando” pelo manancial até não ser mais vista.
A sucuri (as vezes conhecida Anaconda) é uma cobra sul-americana da família Boidae. Tem a fama de ser uma cobra enorme e perigosa, segundo site Wikédia. Existem quatro espécies, das quais as três primeiras ocorrem no Brasil: a sucuri amarela, menor e endêmica da zona do Pantanal; a sucuri-verde, maior e mais conhecida, ocorrendo em áreas alagadas da região do cerrado e da Amazônia; a sucuri-malhada, endêmica da Ilha de Marajó; e a a sucuri-da-bolívia.
São ainda conhecidas como arigbóia, boiaçu, boiçu, boiguaçu, boioçu, boitiapóia, boiuçu, boiuna, sucuriju, sucurijuba, sucuriú, sucuruju, sucurujuba e viborão.
A sucuri pode viver até 3
anos, e é a segunda maior serpente do mundo (dados baseados nas cobras já encontradas pelos seres humanos, não sendo de total afirmação); perdendo apenas para a píton-reticulada. Segundo a Wikipédia, as fêmeas são maiores que os machos, atingindo maturidade sexual por volta dos seis anos. Há muitos contos sobre ataques destas serpentes a seres humanos, no entanto, a maioria dos casos são fictícios, principalmente no que se diz respeito ao seu tamanho real.