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Quioshi Goto |
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Gislene mostra a foto da filha de apenas 6 anos que desapareceu: caso mobiliza polícia nesta quarta-feira |
A Polícia Civil encaminhou à Justiça pedido de prisão temporária do acusado de envolvimento no sumiço de uma garota de 6 anos em Bauru. Ele prestou depoimento nesta quarta-feira, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG), onde continua à espera da decisão do juiz, que pode sair a qualquer momento.
O suspeito de ser responsável pelo desaparecimento da menina Vitória Graziela Fernandes de Lima, que não é vista desde as 16h desta segunda-feira, nega envolvimento.
A equipe da DIG responsável pelas investigações localizou o homem, de 36 anos e que afirma ser marceneiro, em Guaianás, em um local próximo de onde já havia sido localizado o carro em que a menina teria entrado quando desapareceu.
Segundo informações obtidas pela reportagem do JC, que está na delegacia, ele estava com o corpo coberto de barro quando foi encontrado.
O homem é um ex-namorado da mãe da menina, Gislene Aparecida Lopes, 33 anos, que também nesta tarde disse em seu depoimento que tinha fortes suspeitas sobre o envolvimento dele no desaparecimento.
Segundo Gislene, ela manteve um relacionamento com este homem durante aproximadamente um mês, e há um ano rompeu com ele. Neste período, o suspeito teria tentado várias vezes se reaproximar dela, que sempre teria recusado.
Polícia vai avaliar carro
O veículo onde a menina de 6 anos teria entrado antes de desaparecer na tarde de segunda-feira (30) será avaliado ainda nesta noite de quarta pela Polícia Civil. O GM Ômega de cor azul e placas de Bauru foi localizado vazio em Guainás (28 quilômetros de Bauru).
De acordo com o delegado seccional de Bauru, Marcos Mourão, a prioridade da Polícia Civil neste momento é encontrar o paradeiro da menina Vitória. A mãe da pequena, Gislene Aparecida Lopes, 33 anos, que trabalha como auxiliar de cozinha, que a menina sempre brinca com os colegas e que nunca desapareceu antes.
Quem tiver informações sobre o paradeiro da menina pode entrar em contato com a própria família pelo telefone (14) 9807-5574, falar com Gislaine, acionar a Polícia Militar pelo telefone 190 ou, ainda, denunciar anonimamente ao telefone 181 (Polícia Civil).