Nos últimos tempos aumentou muito a ocorrência de violência na escola. Infelizmente, tornaram-se comuns notícias sobre prática de bullying, discussões entre alunos e professores, agressões físicas e vandalismo.
Contudo, não são só os alunos os grandes culpados por isso, há professores que acabam fazendo com que o aluno seja o que é. Uma criança, ao apresentar um problema de aprendizagem, por exemplo, deve ser atendida com carinho e respeito pelo professor.
Também penso que as escolas não podem ser responsabilizadas pela violência que acontece dentro e fora dela, as quais são consideradas péssimas pela sociedade. É preciso lembrar que os agressores são quem as freqüentam, tanto os alunos quanto professores e funcionários.
Creio que está na hora, sim, de buscarmos soluções: orientar alunos, pais, professores para um relacionamento de respeito, paciência e igualdade; instalar câmaras nas salas e pátio; requisitar a presença da ronda escolar. Essas são medidas importantes e possíveis.
A solução surge através da atitude coerente de um grupo. Fica evidente que para reduzir a violência escolar é necessário o comprometimento tanto dos professores, diretores, como das famílias e dos alunos, com uma educação mais respeitosa, baseada no diálogo e na tolerância com as diferenças.
Paula Elaiza F. Rosa, estudante