Reporto-me em data de 5 de junho de 1972... de tantas e tantos eventos organizados pela Organização das Nações Unidas (ONU), na Suécia, inclusive a "Rio-Eco 92", onde estive. Representantes quiçá de todo o globo terrestre, chefes de Estado da grande maioria dos países menos favorecidos, lá se encontravam "preocupados" com a ganância desenfreada em direção da conquista do poder, em detrimento à Mãe Natureza, como um todo... tornando-se obcecados pelos bens exclusivamente materiais esquecidos, ou melhor, enlouquecidos de que a essência da Vida, no denominado Organismo Planeta Terra é a própria Mãe Natureza, o que ninguém contesta e jamais contestará!...
As mencionadas e importantes "cerimônias" nada de nada foi realizado até o presente ano de 2011, no sentido da sintonia do denominado progresso material, para conforto do "bicho-homem" em harmonia com a natureza. Diga-se de passagem, que nos citados períodos até a presente data, os maiores predadores do nosso universo, são e continuam sendo, as denominadas potências, as quais demonstram claramente ignorar procedimento tão cruel, vil, numa demonstração inequívoca de absoluta boçalidade, a exemplo de países dos Estados Unidos da América do Norte, cujo presidente, ainda recentemente declarou ostensivamente como "todo poderoso senhor do mundo": "Não concordo absolutamente e portanto não assinarei o acordo em prol do meio-ambiente" (e tudo como dantes, no velho Quartel de Abrantes), o mesmo ocorrendo com as demais "potências". Haja vista que a reação da Mãe Natureza vem diretamente de encontro às absurdas, criminosas agressões do "bicho-homem": maremotos, terremotos, aceleramento dos vulcões, inversões térmicas (em pleno verão-frio, e vice-versa, pequenino exemplo), a tão discutida e maléfica camada de ozônio afetando toda a atmosfera, através da massa de automotores em profusão, indústrias sem os devidos resguardos e os espigões rasgando os céus.
Nós, genuínos ambientalistas, cônscios da nossa responsabilidade, praticamos no cotidiano, prazerosamente, com as nossas obrigações, sem objetivar quaisquer outras posições como dizem "pelas aí" e muito menos com fins lucrativos ou políticos, haja vista que pertencemos ao maior grupo de idealistas que é formado pelo Greenpeace, entidade de caráter mundial. Devo ressaltar que poderíamos estar consumindo, pois temos em abundância a mamona, a qual fornece óleo de primeira qualidade e quantidade, praticamente sem nos custar nada, mas temos como inimigos os "mandachuvas" que "governam" o nosso denominado planeta Terra e em função única e exclusivamente, se interessam num todo, pela exploração do petróleo, o qual só nos ocasiona malefícios, porquanto a iniciar-se pelo gás carbônico... parando por aí e enchendo as arcas dos supostos países em destaque.
O "bicho-homem" num todo e em todos os rincões dos cinco continentes, sequer se aprofundam e quando o fazem não agem mas tão somente buscam o lado puro e simplesmente material do qual a Mãe Natureza tudo nos dá, graciosamente... obra máxima do Criador, nosso Mestre e Senhor! Essa monstruosa catástrofe (entre tantas que vêm ocorrendo em nosso denominado planeta, organismo Terra), em especial ultimamente, tais como terremotos, maremotos, erupção vulcânica, inversão climática e o dióxido de enxofre e óxido de nitrogênio que são as "sementes" oriundas 90% da massa de automotores, formando toneladas de gazes, cujo fruto nocivo é o monóxido de carbono que atinge diretamente a camada de ozônio ? esses ingredientes nocivos à saúde retornam da atmosfera à "Casa-Mater" denegrindo a tudo e a todos pela fuligem e a não menos conhecida "chuva ácida", a qual é absorvida pelo solo desintegrando minerais naturais, estritamente necessários para a manutenção das árvores, vegetação em geral, com reflexos dolorosos nos seios viventes de todos os reinos, de forma lenta e funesta. O catalizador e sobretudo o gás natural será definitivamente a solução de destruição desses monstrengos que ameaçam a cada esquina da vida a todos nós viventes, através da gasolina, por exemplo; podemos citar a mamona que é encontrada em quaisquer terrenos baldios, dando um excelente combustível e sem o menor efeito de poluição.
Creio que os politicalhos locais têm a área toda mapeada e, portanto, de risco, sendo que 90% de moradores são da zona rural, os quais após essas dantescas reações da Mãe Natureza (ação-reação), são pessoas totalmente desprovidas do senso do que seja a reação da natureza. Ao lembrar aos mesmos que temos um setor de engenharia ambiental como um todo, e que em "carta aberta à Nação" alertou inúmeras vezes a respeito do que poderia antever, porém, ao que tange os "representantes do povo", aguardamos das futuras gerações as reações ao mesmo. Creiam os senhores, que na medida do possível compareço aos grandes eventos nacionais e internacionais a exemplo do "Rio-Eco 92".
Só a Organização das Nações Unidas (ONU) em relação à Baía de Guanabara, que do ballet das sardinhas e botos, no mar entre o verde e o azul do manto sagrado do Cruzeiro do Sul, dava-nos um espetáculo esplendoroso. Da minha parte, que é uma gotinha d?água no oceano, continuarei realizando, diga-se de passagem, meu trabalho, honrando e elevando alto e bom som o nome dos Monteiro de Carvalho e usufruindo o respeito e o afeto dos que primam pela minha amicícia. "Senhor, iluminai o caminho dos que são levados pela ambição desenfreada e sobretudo inescrupulosa." (Graças a Deus, o clero, pela sua santidade e demais membros de escol, lançou a campanha em defesa da natureza). Congratulações!
Arthur Monteiro de Carvalho Netto