Trabalhar na Feira das Nações é garantir as despesas com funcionários da creche e do asilo no final do ano. Na creche são 140 crianças e no asilo, 58 idosos atendidos pela Assistência Vicentina de Pederneiras. Na edição anterior da feira, segundo o coordenador da barraca Brasil/Sul, Pedro Scarlassara, o evento arrecadou R$ 26 mil, líquido.
A expectativa dos organizadores da barraca é que este ano a venda de comidas brasileiras renda R$ 30 mil líquido, explica o coordenador. “Este ano, o evento tem duração maior.”
Com o dinheiro arrecadado na feira é feita uma reserva para ser usada no final do ano. “Gerenciamos a creche e o asilo. A folha de pagamento no final do ano pesa muito para qualquer entidade e para nós não é diferente. Com ela garantimos o 13º dos funcionários das duas entidades.”
Há seis anos participando do evento, Scarlassara diz que são 150 pessoas trabalhando em favor de uma causa. “São vários turnos. Distribuímos serviços. O grupo que trabalha no caixa, o grupo da cozinha e outros. Até os garçons são voluntários, não pagamos profissionais para que a arrecadação alcance o esperado.”
Para atrair os visitantes da feira, a barraca Brasil/Sul capricha no cardápio. “Desde que começamos a participar servimos comida brasileira, churrasco, frango frito, arroz, especialmente aos domingos. Nos demais dias do evento, temos lanche de pernil, espetinhoss, frango frito, batata, mandioca e polenta frita, além de bebidas.”