08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Academia de Letras


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Dia 26/05, ocorreu a solenidade de posse da nova diretoria da Academia Bauruense de Letras (ABL); da Comissão de Contas e dos membros efetivos, correspondentes e honorários.

Membros efetivos: Rosa Lea Arccosi Gabrielli, Maria do Carmo Almeida Correa, Roberto Rufino Silva, Joaquim Elíseo Mendes. Membros correspondentes: Rosina Semalha (Campinas/SP) e Maria Aparecida Fraga da Silva Chaves (Cel. Xavier/MG). Membros honorários: Damásio Evangelista de Jesus e Marcos Fontes. Foi feito também o lançamento da Antolgia Literária 6, que reúne a colaboração dos membros da Academia, editada com o apoio da Prefeitura Municipal de Bauru (Secretaria Municipal de Cultura).

A sessão solene realizou-se no Teatro Municipal "Celina Lourdes Alves Neves".

No discurso de posse, o novo presidente da Academia Bauruense de Letras, jornalista Nilson Ferreira Costa, enalteu os objetivos da Academia de Letras, entre outros o de estimular o estudo da Língua Portuguesa, a produção literária sob seus diferentes aspectos, difundir as obras de seus membros. Ressaltou que vai encetar movimento com as forças vivas de Bauru e apoio oficial da Prefeitura Municipal no sentido de dotar a Academia Bauruense de Letras de prédio próprio.

A Academia Bauruense de Letras foi fundada em 7 de julho de 1993, praticamente duas décadas de existência. Tempo que faz merecedora de possuir prédio próprio, com condições de poder desenvolver satisfatoriamente atividades a favor da Língua Portuguesa e a literatura brasileira, conforme dispõe seu estatuto, deixando de funcionar provisoriamente em locais que impedem sua expansão.

Comporta registrar, o Brasil precisa deixar de ser conhecido como país do futebol e do carnaval, no sentido pejorativo. Infelizmente, outro aspecto negativo temos em paralelo entre educação e futebol, tornando-se contrastante. Em 2014, o Brasil vai sediar a Copa do Mundo e tudo tem sido feito para esse grande evento, que o Brasil já se orgulha. Por outro lado, a imprensa noticia diariamente a decadência do ensino em todos os graus, em especial o descalaro da educação de base.

A Constituição Federal, promulgada em 5 de outubro de 1988, dispõe de modo explícito, determinando: "Valorização dos profissionais do ensino ..." Absurdamente transformou-se na categoria de profissionais mais desvalorizada.

Agora, com a posse da nova Diretoria da Academia Bauruense de Letras, é lembrada e prometida pelo novo presidente, em discurso, um movimento a favor de se conquistar prédio próprio para abrigar a Academia Bauruense de Letras. Ótimo! Bauru toda deve se unir nesse grande objetivo em prol do engrandecimento da nossa querida Bauru, a favor da literatura.

Rodolpho Pereira Lima - 81 anos - membro efetivo da ABLetras - cadeira 32 - patrono Mauro Rasi