É preciso ser muito ingênuo para acreditar que o crime não foi premeditado. Primeiro a mulher contrata um detetive para confirmar suas suspeitas. De posse das provas, Elize parte para o próximo passo, matar o marido. Depois do crime dá um jeito de se livrar do corpo de uma forma macabra, tudo porque a mulher estava possuída pelo ódio. Como se sabe, não há crime perfeito. Há sim pessoas idiotas que acham que podem enganar os outros. As evidências estão postas, as provas são mais do que robustas.
O motivo do crime? Ciúme. Ninguém tem o direito de tirar a vida de seu semelhante. Que a justiça aja rapidamente, que a assassina aguarde sua sentença presa e que no júri popular suas lágrimas não sirvam para convencer bobos de plantão. Pobre filha do casal, tinha um lar e será condenada a ser criada sem seus pais por uma fraqueza humana e pela prepotência do ser humano de achar que pode ser dono das pessoas.
Izabel Avallone