08 de julho de 2026
Geral

Empresa ?atualiza? site de projeto da USP


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O projeto Bandeira Científica da USP foi a organização beneficiada com a 4ª edição da Oficina de Webdesign da Lecom. Eles ganharam uma modernização e atualização do site que servirá de ‘vitrine’ para a busca de novos parceiros e para a organização da entidade social.

A oficina, que foi desenvolvida na última sexta-feira e ontem na sede da empresa, envolveu 20 participantes sem qualquer custo, 10 estudantes universitários da área de webdesign e 10 da área de programação. “É um projeto que abre as portas para a comunidade, voltado para aqueles que tenham algum conhecimento da área de web e querem admitir uma experiência profissional, quer expandir o conhecimento, ter uma experiência mais prática dentro de um ambiente de trabalho”, explica João Vitor Caires da área de comunicação e marketing da empresa.

Segundo ele, os participantes receberam conhecimentos teóricos na sexta-feira e ontem partiram para a prática. “Selecionamos pessoas mais aptas a absorver da melhor forma possível o conhecimento. Os ‘alunos’ fizeram exercícios e hoje (ontem) está desenvolvendo o site que será doado ao projeto da USP.”

O objetivo do site será apresentar o projeto Bandeira Científica de forma mais profissional, dinâmica. “Será finalizado pela Lecom e é coordenado por Rodrigo Tucunduva. O Bandeira Científica é multidisciplinar e envolve comunidades carentes de todo o País.”

O projeto da USP, de acordo com Marcelo Pellegrini, diretor de comunicação, é tocado por alunos. A cada ano uma cidade brasileira é escolhida e beneficiada. Especialmente aquelas que sofrem com a carência no sistema saúde. “Fazemos uma expedição de 10 dias com uma média de 160 alunos de áreas diferentes, em dezembro.”

Na prática, o Bandeira Científica faz atendimento médico, cria plano de infraestrutura para a cidade e desenvolve atividades de comunicação, de prevenção de doenças bucal e geral, enfim ‘tenta’ levar mais qualidade de vida àquela comunidade. Este ano, a cidade beneficiada será Afogados da Ingazeira, interior do Pernambuco. “O projeto existe desde a década de 50 começou com pesquisa, sem assistência social. Foi interrompido por questões políticas na época da ditadura e retomado em 98, com caráter de assistência.”

O site existe, mas estava bastante antigo e a ‘atualização’ pode significar novos parceiros. “Será um cartão de visitas mais moderno e com uma interface da gente poder se organizar melhor. O produto inicial agradou muito, um site muito visual, vai conseguir transmitir o caráter humanitário do projeto.”