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Divulgação |
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Máquina tridimensional operando na Biomecanica |
A teoria aliada ao aprendizado prático é um dos caminhos mais curtos para a formação de profissionais qualificados para enfrentar o mercado de trabalho. É o que pensa o professor-doutor e livre docente da Faculdade de Medicina da USP Ribeirão Preto, Antônio Carlos Shimano.
Liderados por ele, um grupo de docentes e alunos dos cursos de tecnologia biomecânica e introdução à biomecânica computacional foram conhecer de perto a linha de produção da Biomecanica, empresa sediada em Jaú, listada entre as três maiores do segmento de implantes ortopédicos do país.
“É importante para os alunos visualizarem a produção de um item ortopédico desde a sua concepção até o implante em um paciente”, explica Shimano. O professor destaca ainda que a relação universidade-empresa abre um leque de perspectivas profissionais futuras para os universitários.
A constatação é confirmada por Paulo Vinicius Nunes de Aguiar, 19 anos, aluno do segundo ano do curso Informática Biomédica. “A visita me deu a oportunidade de conhecer equipamentos e máquinas que até então só tinha visto no papel. Uma aula prática como essa nos dá o foco do que é realmente a profissão”, afirma.
A relação universidade-indústria agrega pontos positivos para os dois lados. “Essa parceria é condição básica para a criação de novas tecnologias e de produtos com diferenciais. É a base do desenvolvimento tecnológico”, diz Ana Carolina Pengo, vice-presidente da Biomecanica.
Na avaliação dela, a universidade e seus pesquisadores têm nas parcerias a oportunidade de ver seus estudos saírem do papel e ganhar escala. “Na maioria das vezes, as empresas têm as ferramentas (maquinário e laboratórios) e os recursos para viabilizar o que foi idealizado nos bancos da academia”, garante.