O aumento anual das tarifas de pedágio das rodovias estaduais, em vigor a partir de amanhã, deixará a viagem de 335 quilômetros de carro entre Bauru e São Paulo mais de 5% mais cara.
Ainda hoje, condutores de veículos de passeio ou utilitários que percorrerem as três rodovias – Marechal Rondon – Prof. João Hipólito Martins (Castelinho) e Castello Branco – até a capital desembolsam R$ 92,9 (somadas ida e volta) nas oito praças de pedágio pelo caminho. Amanhã, a conta será de R$ 97,00.
Somado ao consumo médio de combustível observado num veículo de passeio popular, por exemplo, a despesa bate na casa dos R$ 200,00 para aproximadamente três horas de viagem. O aumento, de acordo com as concessionárias que administram as rodovias paulistas, foi normatizado pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). Nas praças de rodovias entregues às concessões privadas em 1998, a tarifa foi reajustada de acordo com o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M). Já nas estradas exploradas por concessionárias cujos contratos são mais recentes, as novas tarifas seguem o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
A tarifa mais cara do Estado continua cobrada na rodovia dos Imigrantes. Para subir ou descer a serra, o usuário terá de desembolsar R$ 21,20. O pedágio mais em conta segue no Rodoanel Mário Covas, onde é cobrado R$ 1,40. Em todo o Estado, a variante no reajuste está entre 2% e 14%.
Na região, os preços nos guichês variam entre R$ 3,50, verificado na rodovia Engenheiro João Baptista Cabral Rennó (SP-225), em Piratininga, até R$ 10,30 na Castello Branco (SP-280), em Itatinga. No trecho Oeste da Rondon (Bauru-Araçatuba), os pedágios na região têm preços variantes entre R$ 3,80, em Pirajuí e R$ 4,10, em Avaí.
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