11 de julho de 2026
Polícia

Polícia Civil prende mais um acusado de espancar artesão no Pq. Santa Edwirges

Bruna Dias
| Tempo de leitura: 2 min

Depois de uma série de investigações e cumprimentos de mandado de busca e apreensão, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Bauru, prendeu ontem mais um acusado de espancar o artesão Valdir de Barros, 31 anos, o ‘Barroso”, fato que o levou a morte em 17 de março deste ano, no Parque Santa Edwirges em Bauru. Wesley de Souza Barbosa, 20 anos, teria contribuído com o crime desferindo um golpe com um pedaço de madeira na cabeça da vítima.

De acordo com o delegado Cledson Luiz do Nascimento, no último dia 22 de junho, quando os irmãos Jeferson Caetano Diniz e Dairton Caetano Diniz - que seguem presos na Cadeia Pública de Pirajuí -, foram presos também acusados pela agressão que culminou na morte do artesão, sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

“Na oportunidade, apurou-se que Wesley da Silva Barbosa teria desferido um golpe com um pedaço de madeira na cabeça da vítima. Wesley havia fugido para o Paraná e na data de hoje, com informações de que o acusado estava em Bauru para levar seus pertences para o local da fuga, a equipe de homicídios da DIG montou uma campana e o deteve em sua casa, na Alameda Babilônia”, destacou o delegado em nota.

Cledson frisou que Wesley ainda teria tentado fugir no momento da abordagem, pulando o muro dos fundos da residência, mas foi detido e conduzido à DIG. Em seu aparelho celular, foram encontradas mensagens de texto trocadas entre ele e um dos ocupantes do Monza, em que os três acusados, junto de mais dois jovens, teriam seguido até um bar, onde localizaram a vítima no dia do crime.

J.C.G, conhecido como “Baby” (apenas iniciais foram divulgadas) teria admitido nessas mensagens que desferiu a paulada e que não voltaria a Bauru, pois caso contrário seria preso.

Outros dois suspeitos de integrar o grupo dos acusados já foram ouvidos, mas negaram a participação no crime e seus depoimentos não foram suficientes para terem expedidos mandados de prisão contra os mesmos. Por isso eles foram ouvidos e liberados no final do mês passado. Wesley teve a prisão temporária decretada por 30 dias e foi levado para a Cadeia de Pirajuí ainda ontem.