ISADORA BUSCH
Depois de um período de férias em Bauru, Isadora Busch retornou aos Estados Unidos, onde cursa jornalismo e também defende sua escola, a San Jose State University (Califórnia), em torneios universitários. Os diretores e o técnico da San Jose estão muito contentes com Isadora, conforme matéria postada no site oficial da Universidade, no dia 12 de julho, que entre outras coisas diz que “o time de tênis da San Jose State foi nominado pela Associação de Tênis Universitário como um dos melhores em desempenho acadêmico (All American), pela primeira vez, em 35 anos de história do programa”. Duas atletas do time receberam reconhecimento individual; e uma delas é Isadora Busch, que obteve média 9,0, entre todas as notas das matérias cursadas. O sucesso acadêmico de Isadora é acompanhado pelo ótimo desempenho nas quadras; terminou o ano com o segundo maior número de vitórias do seu time, com a marca de 16 vitórias, sendo 12 consecutivas. Os resultados e notas de Isadora deixaram seu técnico, Sylvain Mairoux, radiante, afirmando que o duro trabalho acadêmico e também esportivo estão sendo recompensados: “Queremos alunos-atletas e não apenas atletas (em San Jose”. Estamos orgulhosos por Isadora”.
DE VOLTA ÀS QUADRAS
Afastado das quadras por longo tempo devido a cirurgias para colocação de próteses nos dois joelhos, Carlos Eduardo Cury, “Curinho”, voltou a participar, no Bauru Tênis Clube, das tradicionais “dupladas” exibindo sua já conhecida habilidade e técnica, agora com mais agilidade. Sua volta às quadras foi comemorada pelos eternos parceiros... Curinho faz parte do patrimônio histórico e esportivo do Bauru Tênis Clube e o seu vínculo com o clube começou em 1956, como sócio, e mais tarde, como jogador e ex-diretor. Atualmente, é conselheiro vitalício. Começou a jogar tênis em 1957, sob a orientação do saudoso Cláudio Sacomandi, tendo participado de diversos torneios nas categorias infanto-juvenil, adultos, pré-veteranos e veteranos. Em sua carreira de tenista, acumulou dezenas de títulos paulistas e também nacionais, sempre representando o BTC.
CAMPEÃO
Bruno Pasotti Fernandes Flora Pinto segue conquistando bons resultados. Depois de ser vice-campeão da 3ª etapa do Circuito Passaredo, disputada em Ribeirão Preto, há 10 dias, no último final de semana foi campeão do 21º Torneio Avaré Tennis Tomb, em Avaré. Bruno disputa na categoria 11MB.
OLIMPÍADAS E RANKING
Começaram no último sábado, os jogos de tênis nas Olimpíadas de Londres. Exceto pela ausência do espanhol Rafael Nadal, contundido, os Jogos Olímpicos contam com a participação dos melhores tenistas do mundo. Como se sabe, a competição não tem premiação em dinheiro, mas desde Pequim, em 2008 (últimas Olimpíadas), conta pontos para o ranking mundial. A pontuação não chega a ser como a de um “Masters 1.000”, onde o campeão ganha 1.000 pontos, mas é superior a de um ATP 500, onde o vencedor recebe 500 pontos. Em Londres a pontuação é a seguinte: Campeão (medalha de ouro) 750 pontos; vice-campeão (prata), 450 pontos; terceiro lugar (bronze) 340 pontos; quarto lugar, 270 pontos; quartas de final, 135; oitavas de final, 70; segunda rodada 35; e primeira rodada, 5 pontos. O atual primeiro do mundo, o suíço Roger Federer, com 11075 pontos, tem apenas 75 pontos a mais que o sérvio Novak Djokovic, segundo lugar no ranking mundial ,que soma 11.000 pontos.
BELLUCCI
O brasileiro Thomaz Bellucci vinha embalado, em razão dos ótimos resultados nos últimos três torneios, tendo saído campeão em dois e semifinalista em um, mas nos Jogos de Londres não deu “sorte” na distribuição das chaves. Em simples, enfrentou o francês Jo-Wilfried Tsonga, sexto do mundo; jogou muito bem, mas foi derrotado por 6/7 6/4 e 6/4. Em duplas, também deu “azar” no sorteio. Ao lado do mineiro André Sá, enfrentou na primeira rodada, os americanos e irmãos gêmeos, Bob e Mike Bryan, maiores favoritos ao ouro e sofreu nova derrota apertada, 7/6, 6/7 e 6/4.
COPA DAVIS
Desde a última semana, estão sendo vendidos os ingressos para o confronto entre Brasil x Rússia, que acontece entre os dias 14 a 16 de setembro no Harmonia Tênis Clube, de São José do Rio Preto, valendo uma vaga para o Grupo Mundial da Copa Davis de 2013. Os preços, que incluem os três dias de competições, vão de R$ 150 (arquibancada lateral) até R$ 450 (cadeira de fundo) e podem ser comprados no site www.ticketsforfun.com.br. Estudantes têm direito a meia entrada.
DICA
Depois de trabalhar um ponto muito duro, receber uma bola curta para fazer um “winner” (ponto vencedor), errar é muito frustrante. Saiba que uma bola mais curta, nos parece fácil, mas é “traiçoeira”; e se for curta e alta, mais ainda. Tudo é uma questão de geometria. A rede vai lhe parecer mais alta e a quadra adversária mais curta. Então, estando próximo da rede, mande a bola pouco mais alta que ela, porém não muito alta. Isso em razão de a bola ter que percorrer um menor percurso até a linha do fundo. Se for muito alta, pode ir para fora; se muito baixa, para a rede. Sendo assim, muitas vezes, uma bola com meia força e profunda que te propicie, depois, “fechar” a rede, pode lhe dar mais pontos que uma batida muito forte com a finalidade de definir logo o ponto.
CURIOSIDADE
Entre as Olimpíadas de 1924, realizada na França, até a de 1984, em Los Angeles, o tênis esteve fora dos Jogos Olímpicos. Até 1924 ou mesmo de 1984 até agora, nenhuma medalha foi conquistada por um tenista brasileiro. Fernando Meligeni foi o que chegou mais perto; nos Jogos de Atlanta (EUA), 1996, disputou, mas perdeu a medalha de bronze para o indiano Leander Paes. No ano 2000, em Sydney, Austrália, Gustavo Kuerten, alcançou as quartas de final, mas foi derrotado pelo russo Yevgeny Kafelnikov, que terminou campeão. A maior tenista do Brasil de todos os tempos, Maria Esther Bueno (com sete títulos de Grand Slam) não teve oportunidade de tentar uma medalha, já que disputou nas décadas de 50, 60 e 70, período que o tênis esteve fora da competição.