11 de julho de 2026
Nacional

Família gasta pouco em livros no País


| Tempo de leitura: 1 min

Cerca de 36% das famílias tiveram acesso a produtos como jornais, revistas, livros e fotocópias entre meados de 2008 e de 2009. A porcentagem representa uma queda de 4,4 pontos percentuais em relação ao período entre a metade de 2002 e a de 2003.

As conclusões são da pesquisa “O Livro no Orçamento Familiar”, divulgada no início de agosto em São Paulo. O estudo foi feito a pedido de entidades do setor livreiro e teve a coordenação de Kaizô Iwakami Beltrão, PhD em estatística e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) (veja quadro).

O levantamento se baseia em duas Pesquisas de Orçamento Familiar (POF), do IBGE. Considerou-se como material de leitura, além de livros (didáticos ou não), jornais, revistas, fotocópias, dicionários, livros técnicos e religiosos. As revistas e os jornais são os itens que recebem metade do orçamento para leitura, com fatias de 29,3% e 20,9%, respectivamente.

Em comparação a 2002-2003, caiu a proporção de domicílios que adquiriram algum material de leitura, de 40,66% para 36,16%. O valor médio anual gasto por família com a compra de todos os tipos de Material de Leitura era pouco menos de R$ 160,00 em 2002-2003 (a preço de janeiro de 2009). Esse valor caiu para R$ 130,00 em 2008-2009.,00