Parabenizo o editor desta reportagem por sensibilizar e levar a conhecimento uma irregularidade que não pode nem deve ser ignorada, afinal, numa cidade que se preza pela acessibilidade, a falta de intérprete de libras tanto em órgãos públicos quanto privados violam diretamente a um direito humano elementar: o direito á liberdade, independência para ir e vir, sem depender de auxílio externo dos amigos e familiares.
Cinthia Meira