Rio - Colegas de trabalho da pediatra Sônia Maria Santanna Stender, 61 anos, assassinada com três tiros na manhã de anteontem quando deixava o plantão no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, zona norte do Rio, disseram acreditar que a médica foi morta por “vingança” já que nenhum objeto pessoal dela foi roubado.
O corpo da vítima foi enterrado na tarde de ontem, por volta das 14h45, no Cemitério São João Batista, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro.
Segundo colegas que preferiram não se identificar, o pai de um paciente havia discutido com Sônia Stender na noite anterior ao crime. Ele teria fotografado a médica e dito que aquele seria seu último plantão.
Enfermeiros e médicos denunciaram a falta de segurança no Hospital Estadual Getúlio Vargas, onde a vítima trabalhava. Eles afirmam que as ameaças contra profissionais são frequentes na unidade.