O debate entre os candidatos à Prefeitura de Bauru, promovido pelo Jornal da Cidade e pela TV Unesp na noite deste sábado (22), abriu espaço para que os eleitores elaborassem suas perguntas àqueles que pretendem governar o município pelos próximos quatro anos.
Funcionalismo público, educação e trânsito estiveram entre os temas abordados. A cobertura completa do confronto entre os prefeituráveis estará na edição de segunda-feira (24) do JC - e os dois primeiros blocos são relatados já neste domingo.
O site www.jcnet.com.br transmitiu, assim como a rádio rádio Auri Verde.
A falta de vagas nas creches da cidade foi um dos principais assuntos, abordado por Camila Barros, moradora do Parque Jaraguá. Clodoaldo Gazzetta (PV) foi sorteado para responder a questão e citou o exemplo de Pederneiras, governada pelo PV, que obteve recursos para a construção de unidades através do Pró-Infância, programa do governo federal.
O verde, porém, foi lembrado por Rodrigo Agostinho (PMDB), em outro momento do debate, que o município vai entregar cinco creches pelo mesmo programa, sendo que uma está praticamente pronta e as demais serão licitadas. Gazzetta ironizou a resposta do prefeito, lembrando que, até agora, sua gestão não entregou novas unidades de ensino.
Quem comentou a resposta de Clodoaldo, no entanto, foi Chiara Ranieri (DEM). Ela afirmou que a demanda por creches é superior à de 1.000 crianças, como fora apontado pelo seu adversário. Segundo ela, muitas mães já desistiram de buscar as vagas em razão do cenário deficiente.
O servidor público Gilberto Amorim questionou quando seria a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), do Departamento de Água e Esgoto (DAE).
Paulo Sérgio Martins (PSTU) criticou o que chamou de falta de valorização dos funcionários municipais no governo Agostinho, lembrando ainda que faltam aos servidores da autarquia, até mesmo, equipamentos de segurança para o trabalho.
O prefeito negou as acusações, dizendo que implantou os PCCS para a administração direta. Segundo ele, o problema no DAE será resolvido no ano que vem. Rodrigo disse ainda que a implantação do plano em 2012 configuraria irresponsabilidade de sua parte, diante da necessidade de investimentos no abastecimento de água.
Ele afirmou, porém, que o projeto será entregue ao Sindicato dos Servidores Municipais (Sinserm) após o período eleitoral para que as discussões sejam abertas junto à categoria.
Confira a matéria completa na edição de segunda-feira do Jornal da Cidade