11 de julho de 2026
Cultura

Filme produzido em Bauru faz um alerta sobre maus-tratos a animais

Mariana Cerigatto
| Tempo de leitura: 2 min

“Mel” é o nome do curta-metragem produzido em Bauru que traz uma bela mensagem sobre maus-tratos a animais. Produzido pelo cineasta Walter Itajubá, o filme é uma iniciativa da ONG Naturae Vitae e tem como protagonista o artista Esso Maciel. O curta ainda conta com a participação especial de Elias Brandão, que atuou na novela Pantanal, além do cantor Marlon, da dupla Marlon & Amauri. “Mel” tem data de lançamento marcada para amanhã, às 20h, na Escola Estadual Ernesto Monte.

O lançamento será voltado para os alunos da escola e tem parceria da diretoria e do Grêmio Estudantil da entidade. Após o lançamento, o vídeo poderá ser acessado livremente pelas redes sociais e também pelo site da ONG. A intenção é que o curta-metragem circule por outras escolas.

Com dez minutos e uma linguagem atrativa voltada principalmente para crianças, o vídeo foi produzido na cidade em locações simples, como o Cemitério da Saudade. “Apesar do foco ser a criança, o filme também pode ser visto por adultos, já que a mensagem é universal. Com este curta-metragem, queremos despertar o amor e respeito aos animais, além da posse responsável, combatendo o abandono e maus-tratos”, salientou o diretor jurídico da Naturae Vitae, José Hermann Schroeder. “Infelizmente, o Brasil é um dos países que mais acumula casos de maus-tratos a animais, pois a exploração está muito presente na nossa consciência, é um comportamento que vem desde o Brasil-Colônia”, frisa.

“Mel” aborda a história de um senhor que sofre infarto e morre, e sua cachorrinha fica sem ter como se alimentar. Ela sai pela cidade em busca de comida e sofre maus-tratos. A cadelinha, que é personagem principal, na vida real foi resgatada pela ONG através de uma denúncia. Após gravar parte das filmagens, a “heroína” desta história, que já tinha várias sequelas e idade avançada, acabou morrendo. “Então, o filme passou a ter o nome dela, como homenagem”, explica José Hermann.