Jaú – O depoimento do proprietário da empresa de panfletos de Lençóis Paulista responsável pela distribuição de jornais com ofensas ao candidato a prefeito pelo PT em Jaú, Rafael Agostini, e a seu vice, Sigefredo Griso (PMDB), não ajudou a Polícia Civil a esclarecer a autoria do material.
Na madrugada do dia 26, a Polícia Militar (PM) apreendeu no Centro de Jaú cerca de 2 mil exemplares do jornal clandestino, que seria distribuído na cidade e no distrito de Potunduva.
Ontem, a Polícia Civil fez diligências em Lençóis e ouviu o proprietário da empresa. Segundo o delegado titular do 1º Distrito Policial (DP) de Jaú, Euclides Francisco Salviato Júnior, o depoimento do empresário, que estava acompanhado de seu advogado, não ajudou na identificação dos autores do material. “Teria sido uma ligação restrita. Ele combinou de vir até Jaú, aonde ele pegou os panfletos com essa pessoa, pegou o dinheiro pelo qual tinha sido contratado e entregou para os funcionários dele”, conta, retornando em seguida a Lençóis.
O homem teria recebido R$ 1,5 mil pelo serviço e diz que desconhecia o conteúdo dos pacotes.