08 de julho de 2026
Internacional

Venezuela: pleito tem alta participação


| Tempo de leitura: 4 min

 

Caracas - Os eleitores compareceram em peso, ontem, aos colégios eleitorais na Venezuela para a eleição presidencial. No pleito, o presidente Hugo Chávez tenta o quarto mandato consecutivo ante o ex-governador Henrique Capriles. Desde a madrugada, milhares de eleitores fazem filas nos centros eleitorais na capital Caracas e em outras cidades do país. 

 

O Conselho Nacional Eleitoral e os observadores da organização Comando Venezuela descrevem o movimento de eleitores muito maior que na última eleição, em 2004, última vez em que Chávez foi reeleito. A presidente do conselho, Tibisay Lucena, disse que 99,7% das mesas de votação estavam abertas até o meio-dia local (13h30 em Brasília) e que apenas colégios em cidades pequenas não abriram. A votação terminou às 18h. 

 

Caracas - Os eleitores compareceram em peso, ontem, aos colégios eleitorais na Venezuela para a eleição presidencial. No pleito, o presidente Hugo Chávez tenta o quarto mandato consecutivo ante o ex-governador Henrique Capriles. Desde a madrugada, milhares de eleitores fazem filas nos centros eleitorais na capital Caracas e em outras cidades do país. 

 

O Conselho Nacional Eleitoral e os observadores da organização Comando Venezuela descrevem o movimento de eleitores muito maior que na última eleição, em 2004, última vez em que Chávez foi reeleito. A presidente do conselho, Tibisay Lucena, disse que 99,7% das mesas de votação estavam abertas até o meio-dia local (13h30 em Brasília) e que apenas colégios em cidades pequenas não abriram. A votação terminou às 18h. 

 

 

Exterior

 

Além de dentro do território do país, os venezuelanos também lotaram as representações diplomáticas no exterior. Nos EUA, onde vivem cerca de 750 mil cidadãos do país, os eleitores moradores da Flórida tiveram que votar em Nova Orleans, a 1.350 quilômetros de Miami. 

 

Cerca de 7 mil venezuelanos fizeram a viagem de 1.350 km. Alguns receberam passagens de empresários que doaram passagens de ônibus e avião, incluindo cubanos que querem a vitória de Capriles. 

 

Na embaixada em Washington, as filas começaram por volta das 4h30. As sessões também ficaram lotadas na Espanha, na embaixada em Madri e no consulado em Barcelona. 

 

O pleito foi considerado tranquilo pelo Conselho Nacional Eleitoral, mas foram registrados pequenos incidentes. Um deputado foi a um local de votação na cidade de Catia com um adesivo com referência a Chávez no mesmo carro. Em Zulia, foram registrados militantes do partido do presidente passando com carros de som. 

 

O jornal “El Nacional” informa que eleitores denunciaram que as urnas eletrônicas registraram votos nulos no lugar das opções válidas. A situação acontece quando as pessoas não esperam que apareça a foto do candidato escolhido. O conselho eleitoral não comentou o assunto. 

 

Na embaixada em Viena, na Áustria, o representante do país na Opep, Bernard Hommer, foi votar de vermelho, cor usada pelos militantes de Chávez, o que gerou reclamações de outros votantes. 

 

Nos territórios palestinos, o representante diplomático venezuelano, Luis Daniel Hernández Lugo, acusou Israel de impedir cerca de 340 eleitores de votar. Em resposta, o Ministério de Relações Exteriores de Israel qualificou a acusação do diplomata de paranoia do governo de Hugo Chávez contra qualquer referência aos Estados Unidos e o Estado hebraico. 

 

Hugo Chávez e Henrique Capriles tentam ganhar a preferência dos eleitores. O resultado não tem um prognóstico definido devido às disparidades nas pesquisas.

 

Além de dentro do território do país, os venezuelanos também lotaram as representações diplomáticas no exterior. Nos EUA, onde vivem cerca de 750 mil cidadãos do país, os eleitores moradores da Flórida tiveram que votar em Nova Orleans, a 1.350 quilômetros de Miami. 

 

Cerca de 7 mil venezuelanos fizeram a viagem de 1.350 km. Alguns receberam passagens de empresários que doaram passagens de ônibus e avião, incluindo cubanos que querem a vitória de Capriles. 

 

Na embaixada em Washington, as filas começaram por volta das 4h30. As sessões também ficaram lotadas na Espanha, na embaixada em Madri e no consulado em Barcelona. 

 

O pleito foi considerado tranquilo pelo Conselho Nacional Eleitoral, mas foram registrados pequenos incidentes. Um deputado foi a um local de votação na cidade de Catia com um adesivo com referência a Chávez no mesmo carro. Em Zulia, foram registrados militantes do partido do presidente passando com carros de som. 

 

O jornal “El Nacional” informa que eleitores denunciaram que as urnas eletrônicas registraram votos nulos no lugar das opções válidas. A situação acontece quando as pessoas não esperam que apareça a foto do candidato escolhido. O conselho eleitoral não comentou o assunto. 

 

Na embaixada em Viena, na Áustria, o representante do país na Opep, Bernard Hommer, foi votar de vermelho, cor usada pelos militantes de Chávez, o que gerou reclamações de outros votantes. 

 

Nos territórios palestinos, o representante diplomático venezuelano, Luis Daniel Hernández Lugo, acusou Israel de impedir cerca de 340 eleitores de votar. Em resposta, o Ministério de Relações Exteriores de Israel qualificou a acusação do diplomata de paranoia do governo de Hugo Chávez contra qualquer referência aos Estados Unidos e o Estado hebraico. 

 

Hugo Chávez e Henrique Capriles tentam ganhar a preferência dos eleitores. O resultado não tem um prognóstico definido devido às disparidades nas pesquisas.