09 de julho de 2026
Cultura

O romantismo de Paulo Lopes

Mariana Cerigatto
| Tempo de leitura: 1 min

Por meio da voz do intérprete Paulo Lopes é possível reviver e resgatar momentos marcantes da música popular brasileira. Seu mais novo e segundo disco, “Paulo Lopes – O amor ainda é tudo”, divulga interpretações trabalhadas de canções de compositores como Roberto Carlos, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Lúcio Cardim, Evaldo Gouveia, Dick Farne, entre vários outros.

Os temas foram criteriosamente selecionados através do amigo Roberto Luna, uma das lendas vivas do cancioneiro popular. As músicas percorrem variadas épocas e diferentes estilos, com muito romantismo e arranjos exclusivos. São 15 faixas que viajam por clássicos românticos, como “Você não sabe”, “Ninguém chora por mim”, “Se todos fossem iguais a você”, “Modinha”, “Matriz ou filial, “Seu amor ainda é tudo”.

Gravado e mixado no estúdio Curumim, em São Paulo, o disco conta com participação de vários músicos, como Jair Sanches (piano/cordas), Carlos Perren (guitarras), Elcio Costa (baixo/violão), Guy Sasso (baixo), Marcio Teixeira (percussão), entre outros. Nos coros, estão Maria Diniz, Mara Melges, Maria Marques, Claudia Diniz e Regina Tatti.

“É um disco feito por prazer, que não tem objetivo comercial. Demorou dois anos para ser produzido, foi um trabalho caprichado. É dedicado para meus amigos do Brasil inteiro”, enfatiza. De acordo com ele, o objetivo é doar os discos para entidades sociais. O intérprete ainda planeja gravar um DVD com orquestra sinfônica em Bauru.

Antes de gravar seus álbuns, Paulo, nascido em Duartina, contou à reportagem do JC que cantava em programas televisivos, na antiga TV Bauru. Também, segundo ele, chegou a cantar junto com nomes como Nelson Gonçalves, Roberto Luna e Evaldo Gouveia, músicos que carrega como importantes referências.