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Divulgação |
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Takaoka acompanhado de Vinícius Camarinha |
O presidente da Câmara de Vereadores de Marília (100 quilômetros de Bauru), Yoshio Takaoka (PSB), acompanhado de dois assessores, foi detido em flagrante, na manhã desta quarta-feira (24), acusado de tentar destruir evidências que comprovariam a compra de votos na eleição deste ano.
Segundo informações do delegado da Polícia Federal de Marília, José Navas, já havia uma investigação para cumprir um inquérito policial sobre compra de votos de alguns candidatos de Marília durante a campanha eleitoral deste ano.
Yoshio faz parte da grande fatia de vereadores a favor do prefeito eleito Vinícius Camarinha e estaria na lista de suspeitos da polícia.
Ainda segundo Navas, na manhã de hoje, a polícia identificou um carro oficial da Câmara com dois funcionários. Ao abordar e realizar vistoria no veículo foram encontrados diversos documentos em posse dos funcionários, referentes a contratos em branco, listas com nomes de centenas de eleitores e cópias de documentos destes, e manuscritos indicando nomes de pessoas que foram intimadas pela Polícia Federal para oitiva em Inquérito Policial referente a compra de votos.
Os contratos estavam devidamente firmados com data anterior ao pleito eleitoral, objetivando fazer a "maquiagem" da operação de compra de votos, convertendo de forma fraudulenta os eleitores que negociaram seu voto, como se fossem "cabos eleitorais" de Yoshio.
Os funcionários, que não foram identificados, e o vereador reeleito Yoshio Takaoca foram presos em flagrante por fraude processual e falsidade documental, sendo encaminhados à unidade da Polícia Federal da cidade.