10 de julho de 2026
Geral

Tamanduá muda rotina de família no Edson Francisco

Ricardo Santana
| Tempo de leitura: 2 min

Um tamanduá virou atração no bairro Edson Francisco da Silva, na manhã de ontem. O animal silvestre se abrigou na lavanderia da residência de Fátima Paulo Martins, 54 anos, no imóvel  1-49 da rua Roberto Kitizo Bastos. Uma equipe do Corpo de Bombeiros de Bauru retirou o tamanduá da residência às 15h30.

O sargento PM dos Bombeiros Vanderlei Ponce de Lima conta que o tamanduá não ofereceu maior resistência no momento de sua captura. De acordo com Ponce, o bicho também não aparentava problemas clínicos e assim que foi solto já subiu em uma árvore. Não foi identificado se o animal silvestre era macho ou fêmea.

Fátima conta que iria organizar a lavanderia, logo pela manhã, quando avistou o que imaginou ser um gato enrolado. Depois percebeu se tratar de uma outra espécie de animal.

Uma vizinha acionou a Polícia Ambiental, que informou que no período da manhã não poderia atender ao chamado. Ao JC, um policial da 2ª Companhia de Polícia Ambiental em Bauru esclareceu que no período da tarde uma equipe seria enviada ao imóvel. No entanto, a empreitada ficou para o Corpo de Bombeiros.

 

Celebridade

O tempo todo o bicho estava enrolado, sem se importar para a movimentação de curiosos ao seu redor. Douglas dos Santos Rodrigues, 13 anos, neto de Fátima, registrou em sua máquina fotográfica boas imagens do bicho. Para o adolescente, o tamanduá fez pose e mostrou seu focinho alongado característico da espécie. O animal aparentava ser adulto. Sua pelagem prevalecia a cor caramelo com um listra preta.

 

Mato

Os vizinhos de Fátima imaginam que o tamanduá possa ter vindo de uma área com vegetação que seria da Prefeitura de Bauru. O local é cercado e fica de frente à residência de Fátima.

Na quinta-feira, Pedro Siqueira conta que foi surpreendido na porta de sua residência por uma cobra de cor negra e com mais de um metro de comprimento. O rapaz, que teme serpentes, confessa que ficou sem saber como proceder. Conta que a cobra atravessou a rua, foi atropelada e entrou na área com vegetação. Os vizinhos reclamam que o mato alto favorece a proliferação de aranhas, escorpiões e cobras que aparecem com frequência nas casas.