09 de julho de 2026
Polícia

Em 10 dias, duas UPAs são furtadas

Marcele Tonelli
| Tempo de leitura: 2 min

 

Mais uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) foi furtada em Bauru. Dessa vez, o fato aconteceu durante a madrugada de ontem na unidade do Jardim Bela Vista. Conforme apurado pelo JC com informações da Polícia Militar, era por volta das 5h quando, um homem entrou no local e furtou alguns objetos, saindo sem ser identificado pelos funcionários. Em dez dias, esta é a segunda vez que uma UPA é furtada na cidade. O outro caso ocorreu no dia 6 de novembro em pleno primeiro dia de funcionamento da UPA no Vila Ipiranga.

 

De acordo com o diretor do Departamento de Urgência e Emergência (DUE) da Secretaria Municipal de Saúde, Luiz Antônio Bertozo Sabbag, funcionários que estavam trabalhando na UPA do Bela Vista no momento do furto informaram que o homem teria entrado na unidade e levado apenas uma torneira do banheiro masculino da sala de espera. O fato teria sido notado minutos depois da fuga do acusado, que, inclusive, ‘consertou’ o vazamento deixando no local da torneira uma tampa de vedação.

 

O suspeito não estava armado e não ameaçou funcionários. A PM foi acionada para o registro do boletim de ocorrência (BO).

 

As câmeras de segurança da unidade flagraram os momentos em que o ladrão entra e sai da UPA.

 

Conforme o JC tem noticiado, o local ainda não possui um sistema de vigilância, assim como as outras unidades de urgência. 

 

Na ocorrência da unidade do Vila Ipiranga um homem percorreu os corredores do prédio e acabou furtando as roupas de funcionários da unidade.

 

10 dias

 

Conforme Luiz Sabbag explica o pregão para a contratação da vigilância foi encerrado nesta semana e a situação da segurança particular nas unidades de urgência e emergência do município deve ser resolvida nos próximos dias.

 

“Só falta a empresa de vigilância assinar o contrato. Acredito que no prazo de dez dias, tudo se resolva”, enfatiza o diretor do Departamento de Urgência e Emergência (DUE) da Secretaria Municipal de Saúde. Conforme o JC publicou em junho deste ano, a interrupção do serviço de segurança acometeu o Pronto-Socorro Central (PSC) e as Unidades de Pronto Atendimento após a empresa terceirizada pelo município atrasar os salários de dezenas de funcionários, vindo, por fim, a decretar falência.