10 de julho de 2026
Política

Divergências marcam discussão desde a apresentação do projeto

Vinicius Lousada
| Tempo de leitura: 1 min

 

Em audiência pública que discutiu a atividade delegada, em fevereiro deste ano, o comandante do 4º. Batalhão de Polícia Militar do Interior (4º. BPMI), tenente-coronel Nélson Garcia Filho, declarou que, pela atividade delegada os policiais militares poderiam atuar na segurança de jogos de futebol e de eventos, como o aniversário da cidade e Carnaval. No entanto, a manifestação da chefia de Gabinete da PM, no documento enviado à Câmara em julho, dizia o contrário.

 

O documento enfatiza que essa não é a função dos policiais ‘contratados’ pela prefeitura, pois essas atividades já são exercidas e são de obrigação do Estado.

 

Na ocasião da audiência, Garcia reconheceu essa questão, mas ponderou que, como o efetivo no município é reduzido, com o deslocamento de policiais para esses eventos, vários pontos da cidade ficam desguarnecidos.

 

A abrangência do projeto enviado à Câmara, aliás, também recebeu várias críticas dos parlamentares. O projeto não especifica, justamente, quais as atividades serão exercidas pelos policiais em horário de folga.

 

Rodrigo Agostinho quer contratar, inicialmente, 40 policiais para trabalharem para a prefeitura.