08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Uma fênix chamado Noroeste


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Tal qual uma fênix, o grande Norusca  uma vez mais renasceu das cinzas. O vermelhinho mais querido do mundo teve que passar pelo fogo e sair fortalecido, renovado e renascido. Superou a sua má fase e fez com que a sua apaixonada torcida recobrasse a sua autoestima, até então perdida. Entre alegrias e tristezas, dor e desejo, o Noroeste me ensinou muito mais do que simplesmente seguir o caminho do estádio para assistir a um jogo de futebol. A estrada que leva de casa ao estádio, nos momentos que antecedem a um jogo de futebol, é uma das mais reflexivas que existem. A adrenalina, a flor da pele talvez expliquem um pouco este sentimento. Talvez este seja apenas um dos grandes exemplos de lição de amor dentre muitos exemplos e inúmeras casos da paixão que une o torcedor ao Noroeste. Mais um caso de amor entre tantos conhecidos ou anônimos. O Noroeste é mesmo muito mais do que um simples clube de futebol, é um clube que possui uma estranha força, como uma verdadeira religião que movimenta um grande número de torcedores desde os velhos amigos até a nova geração de torcedores. Na manhã do último domingo, durante decisão da Copa Paulista, na qual o Grande Noroeste sagrou-se bicampeão, me emocionei. Meus olhos marejaram, fazia realmente algum tempo que o Noroeste não me emocionava dessa maneira.

Algo novo está acontecendo e como num toque de mágica estamos tomando um novo rumo, e retomando nossos ideais de uma maneira muito forte e determinada, afinal de contas, não é apenas o Noroeste ganhar que nos emociona, mas a forma como o Noroeste está ganhando. Somos bicampeões de uma Copa Paulista que até há algum tempo era desprezada por muitos e hoje a conquista da mesma é reverenciada por todos. Mas com certeza a montagem de um time competitivo e a volta do "Este é o nosso Norusca" foram os  ingredientes principais da volta do torcedor às arquibancadas do Alfredão. Quero parabenizar o Grande Noroeste, o técnico Moisés Egert, o elenco de jogadores, comissão técnica, direção do clube e toda torcida noroestina, capitaneada pela fantástica Sangue Rubro pela festa  que fizeram nas arquibancadas do estádio Nicolau Alayon, na comemoração da conquista de mais uma Copa Paulista.

No próximo ano de 2013, finalmente "Até que enfim" estaremos bem ocupados disputando a Copa SP de Juniores, Série A2, que poderá nos levar de volta à elite do futebol paulista, uma vez mais a  Copa Paulista e a tão sonhada Copa Brasil.

Reynaldo Grillo noroestino apaixonado pelo seu clube de coração como outros milhares espalhados por este mundo afora