07 de julho de 2026
Esportes

Tênis

Consultoria: Celso Sacomandi
| Tempo de leitura: 6 min


AMISTOSO REGIONAL

No último dia 22 de novembro, nas quadras do Clube Alvorada de Pederneiras, foi realizado um confronto amistoso de tênis, entre o clube local e o Barra Bonita Tênis Clube, que é presidido pelo também tenista, Marcondes Serotini. Depois da disputa de 24 jogos, entre simples e duplas, com tenistas de idades entre 14 a 65 anos, sendo dois deles feminino adultos, o clube da vizinha Pederneiras venceu 17 deles. Essa foi a segunda edição de jogos amistosos entre os dois clubes, a primeira aconteceu no dia 14 de outubro, e também foi vencida pelo Clube Alvorada, que tem como professor de tênis o bauruense Paulo Abelha (Cajú).


NA AMÉRICA DO SUL

Com uma vitória no último sábado sobre o francês Jo-Wilfried Tsonga, em Bogotá, Colômbia, o suíço Roger Federer encerrou a série de seis exibições pela América do Sul. Desses seis jogos, venceu quatro: no Brasil contra o francês Tsonga, no dia 8 de dezembro, e o alemão Tommy Haas , no dia 9; na Argentina, contra o argentino Juan Del Potro, no dia 13 de dezembro; e na Colômbia, contra Tsonga, no último dia 15. As duas derrotas aconteceram, no Brasil contra o brasileiro Thomaz Bellucci, dia 6, e a na Argentina contra Juan Del Potro, dia 12 de dezembro. Para o suíço Federer, que tem como grande ídolo no esporte o ex-jogador de basquete, o americano Michael Jordan, além de estar com crianças carentes, sentir de perto o carinho do fanático publico brasileiro, o grande momento de sua estada no Brasil, foi ter conhecido Pelé. “O Pelé me recebeu na casa dele. Ele é o mito da camisa 10, e quando você o conhece, você pensa: ele existe mesmo! Ele é uma das maiores personalidades da história e me pegou pelo braço e foi me guiando, recebeu todos que comigo estavam, muito bem, e os fez se sentir em casa. Foi incrível!”, disse Federer no Facebook. Pelos seis jogos realizados na América do Sul, Federer recebeu US$ 12 milhões (cerca de R$ 25 milhões). 


MELHORES DO ANO

A ITF, Federação Internacional de Tênis, que organiza os Grand Slams, Copa Davis, torneios juvenis e também sêniors, divulgou na última semana os melhores do ano. No masculino profissional, o sérvio Novak Djokovic foi o melhor, pois venceu o Aberto da Austrália, foi vice-campeão em Roland Garros e US Open, e campeão no ATP Finals, além de ter terminado o ano como o primeiro do ranking mundial. A escolhida  no feminino foi a americana Serena Willians que, mesmo terminando o ano na terceira posição, venceu Wimbledon, US Open e as Olimpíadas de Londres. Os irmãos americanos Bob e Mike Bryan, pela nona vez nos últimos dez anos, formaram em 2012, segundo a ITF, a melhor dupla do mundo. As italianas Sara Errani e Roberta Vinci, formaram a melhor dupla feminina. 


RAFAEL NADAL

Organizadores do ATP 250 de Viña del Mar, no Chile, que acontece a partir do dia 4 de fevereiro, ofereceram US$ 1,2 milhões (aproximadamente R$ 2,5 milhões) ao espanhol Rafael Nadal jogar o torneio. Ainda não tiveram uma resposta. O espanhol, que pretende dar prioridade aos torneios disputados em quadras de saibro em razão de não sobrecarregar os joelhos (Nadal, desde Wimbledon não participa de torneios por contusão no joelho), já havia confirmado sua participação no ATP 500 de Acapulco (México), no final de fevereiro. Já a participação do espanhol no Brasil Open, que acontece em São Paulo a partir do dia 11 de fevereiro, ainda é uma incógnita, talvez pelo fato de os organizadores do torneio brasileiro ainda não terem chegado a um acordo financeiro com o espanhol. O fato de optar por jogar em quadras de saibro conta bastante, mas é preciso unir o útil ao agradável, ou seja, é preciso também pagar bem, sem falar que o Brasil Open, assim como torneio chileno, é certame da categoria ATP 250 e para jogadores que estão entre os cinco primeiros do mundo, esses torneios têm uma pontuação pequena. O torneio de Acapulco faz parte da categoria ATP 500.


AGASSI NA POLÍTICA

Um dos maiores ídolos do tênis, dono de oito títulos de simples em Grand Slam, agora já aposentado do circuito profissional, o americano André Agassi, recentemente, mostrou interesse em entrar na política. Agassi tem intenção de ser candidato a algum cargo eletivo, fato que interessou a alguns partidos políticos. Será que Agassi terá na política o mesmo sucesso que teve nas quadras? Nas quadras, o jogo é limpo, já na política... 


GRAND CHAMPIONS-RIO

Iniciado ontem e programado para terminar no próximo dia 20, no Copacabana Palace Hotel-RJ, acontece o Grand Champions Rio. O torneio reúne alguns tenistas que já não mais competem no circuito profissional, porém deixaram lembranças. A disputa é feita em dois grupos de três jogadores, que foram divididos assim: Grupo “A” - Frabrice Santoro (FRA)-40 anos; Wayne Ferreira (SA)-41 anos e Marcos Daniel (BRA)- 34 anos. Grupo “B”’ - Thomas Enqvist (SUE)-38 anos; Mats Wilander (SUE)- 48 anos e Henry Leconte (FRA)- 49 anos. O brasileiro Marcos Daniel jogou até o ano passado e é o mais “jovem” entre eles. Mas o grande favorito ao título é o francês Santoro, um verdadeiro “mago” das quadras.

 

DICA

Assim que perceber onde o adversário direcionou a bola, inicie a preparação do golpe para sua devolução. Agindo assim, conseguirá encontrar a bola à frente de seu corpo, ou seja, antes que passe pela linha lateral de seu corpo. Ao bater na frente, você obterá mais potência com menos esforço. A bola voltará, no mínimo, com a mesma força que veio. Assim como fazem os jogadores de vôlei: quando vão interceptar uma cortada do adversário, bloqueiam a bola na frente do corpo: caso contrario, essa bola de “cortada” ficaria muito pesada e os derrubaria de costas. Jogadores que sempre batem atrasados, são obrigados a usar a força do braço e pulso, podendo causar futuras lesões.


REGRA

Em um saque de seu adversário, você diz “fora”, mas imediatamente percebe que se enganou, pois o saque foi dentro da quadra. O que acontece? Pede desculpas e dá ao adversário a chance de repetir o saque? Não. Nesse caso, por ter chamado uma bola boa de fora e parado a jogada, você perde o ponto.


CURIOSIDADE

Muitas pessoas tem a curiosidade de saber a razão da contagem de um game ser: 15, 30 e 40. Segundo o livro “The Book of Tennis” (O livro do Tênis), escrito pelo jornalista Cris Bowers (EUA), essa contagem surgiu pelo motivo que as horas são divididas em 60 minutos. A sequência original usava 45 em vez de 40, e ia até o 60, que corresponde ao game. O 45 se transformou em 40 por ser mais fácil e rápido de ser pronunciado. Mas ninguém sabe explicar por que o game foi dividido em quatro.


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