Recentemente faleceu minha cunhada, a qual tinha como uma irmã. Fomos criadas desde crianças juntas e com a sorte do destino ela casou-se com meu irmão. Bem, mas o que tenho a relatar aqui é a grande decepção que tive quanto ao que se refere ao sepultamento de minha querida irmãzinha. Ela foi sepultada no Cemitério da Saudade no túmulo que pertence à minha família. Quando retornei ao cemitério para fazer uma oração, após alguns dias de seu falecimento, notei que haviam fechado não sei de que forma o túmulo, sendo um serviço de "péssima qualidade". Aí, como fiquei angustiada com o relaxo do serviço realizado, comecei a notar com mais atenção os outros túmulos e percebi em que, em vários deles, o serviço era igual - "de péssima qualidade mesmo".
Fico indignada, pois além dos túmulos de um cemitério localizado no centro da cidade estarem visivelmente abandonados por quem administra este local, vi também que o cemitério está sujo, cheio de mato (mais capim do que tem no sítio de minha família).
Além disso, não podemos esquecer que pagamos taxas públicas "não muito acessíveis" para todos os serviços realizados. É realmente muito triste e desanimador ver que nossos entes queridos estão sendo deixados em um local tão feio, sujo e mal cuidado.
Vale lembrar também que não vi nenhum funcionário que cuidasse da limpeza daquele local, pois me recordo que alguns anos atrás existiam muitos funcionários e que tudo era muito mais limpo e bem cuidado. O que será que está acontecendo? Quem é o responsável direto que deixa em total abandono, mais parecendo um pasto, o local em que deveria ser um modelo de limpeza e cuidados?
Só sei que o tempo passa e ao invés de melhorar tudo piora...
Precisamos de bons administradores para os cemitérios, pois atualmente somente tenho acompanhado noticias que deixam a desejar.
Por favor administradores ou presidente da autarquia Emdurb: não esquecer de verificar os serviços realizados depois dos sepultamentos nos túmulos, pois estão fazendo o pior serviço, o que nunca vi antes acontecer.
Madalena Francisco Silveira