11 de julho de 2026
Internacional

Polícia demorou para socorrer vítima de estupro coletivo, diz sobrevivente

Folhapress
| Tempo de leitura: 1 min

O namorado da universitária indiana de 23 anos que morreu depois de sofrer um estupro coletivo, em Nova Déli, falou ontem pela primeira vez sobre o caso. Ele também foi espancado e atirado do ônibus ainda em movimento pelos seis homens que estupraram a garota, inclusive com uma barra de ferro.

O rapaz, um engenheiro informático de 28 anos cuja identidade é mantida sob sigilo, afirmou em entrevista que os policiais e pedestres levaram quase uma hora para prestar algum tipo de auxílio aos dois, que estavam nus, no meio da rua.

“Ficamos gritando para a polícia, “por favor, nos deem algumas roupas”, mas eles demoraram para decidir em qual delegacia nosso caso deveria ser registrado”, disse o sobrevivente.

Ele disse também que o casal embarcou e pagou pelas passagens, antes de os homens atacarem. O grupo o espancou, antes de atacar a menina. “Nós tentamos resistir. Ela lutou com eles, tentou me salvar. Ela tentou ligar para a sala de controle da polícia, no número 100, mas eles arrancaram o celular dela.”


Poltico estuprador

Um político indiano do Estado de Assam foi agredido por moradores de um vilarejo após ser acusado por um homem de tentar estuprar a mulher dele. Bikrmasingh Brahma foi entregue à polícia anteontem e foi suspenso do partido.

Emissoras de TV levaram ao ar imagens da agressão ao acusado. Na TV, o político apareceu nas ruas, de dia, cercado de homens e mulheres que o agrediam. Ele teve a camisa arrancada, e a face e braços estapeados.