França entrou nas categorias de base do Noroeste ainda no Sub-15, em meados de 2006. Passou pelo Sub-17 e Sub-20, e após o encerramento das categorias de base, em 2009, chegou a integrar o elenco profissional, mas tinha poucas oportunidades. Em 2010, apenas quatro jogadores com idade júnior (até 20 anos) ainda estavam no clube: França, Mizael (lateral-direito), Giovanni (lateral-esquerdo) e Magrão (zagueiro).
“Quando fomos reativar a base, em 2010, eram os jogadores que tinham ficado, e estavam quase sendo dispensados. Seguramos estes atletas e o primeiro campeonato após a reativação da base foram os Jogos Regionais, em Lins, onde o Noroeste foi campeão, e depois disputamos os Jogos Abertos em Santos, ficando com o vice-campeonato”, explicou João Gonçalves, que foi o coordenador responsável pelo retorno da base (juntamente com o ex-diretor Beto Souza e o ex-técnico Jorge Saran). Gonçalves ainda foi gerente de futebol do clube no ano de 2012, e se desligou do Noroeste em novembro passado, após o título da Copa Paulista.
Em 2011, França fez parte do elenco que disputou o Campeonato Paulista da Série A-1, ganhando oportunidade na reta final. Ficou para a Copa Paulista, sendo titular durante praticamente todo o campeonato, participando também da boa campanha do Noroeste no Campeonato Paulista Sub-20 na mesma temporada. Na última partida do Sub-20, na derrota para o Paulínia, se desentendeu com torcedores que assistiam ao jogo.
No ano passado, foi titular na Série A-2 do Campeonato Paulista, sendo emprestado ao Coritiba logo após o término do Estadual. O último jogo de França com a camisa alvirrubra foi em 25 de abril, na penúltima rodada do quadrangular final da A-2, na derrota por 2 a 1 para o Red Bull. França foi expulso no primeiro tempo de jogo.
Em setembro, ele foi negociado em definitivo com um grupo de empresários, e repassado ao Mirassol, que o emprestou de imediato ao Criciúma, onde disputou a Série B do Campeonato Brasileiro, conquistado o acesso para a Série A, em novembro.
França chegou a renovar por três anos com o clube catarinense, por um salário de R$ 60 mil, segundo informações da imprensa de Criciúma, mas a proposta do Hannover foi irrecusável, e teria ultrapassado os R$ 150 mil mensais.