Enquanto se vê quarteirões vazios por estarem reservados ao estacionamento de determinados veículos, também se vê residências e imóveis comerciais com as guias rebaixadas em todo seu perímetro, o que impede o estacionamento de veículos; além disso, leve-se em consideração que a medida em que a frota aumenta, diminui a capacidade das vagas.
Chegou a hora de o poder público reestudar o problema, redimensionando a questão das guias rebaixadas, das reservas inoperantes, a carga e descarga de mercadorias, a quantidade e qualidade do transporte público. Antes que a cidade se inviabilize, vamos adequá-la ao seu desenvolvimento.
José Carlos Rios da Silva