O Comando do 12º Grupamento de Bombeiros, em atenção à matéria publicada em 20 de janeiro de 2013 por esse conceituado jornal, precisamente na página de nº 13, a qual relatou um incêndio que destruiu um galpão de uma fábrica no Distrito Industrial III ? Bauru/SP, destacando o parágrafo 8º, no qual foi transcrito o depoimento do empresário Jurandir Posca, que afirmou que "Os bombeiros chegaram aqui (local da ocorrência) quase 50 minutos depois...". Após minuciosa apuração pelo Comando do Corpo de Bombeiros de Bauru, que comprovou a equivocada e precipitada afirmação, há de se esclarecer que, conforme os registros de tempo das ligações via 193, por meio das gravações das ligações telefônicas ocorridas naquele dia, o Centro de Operações do Corpo de Bombeiros (Cobom) informou que a partir da primeira solicitação até a chegada ao local do sinistro, a primeira viatura do Corpo de Bombeiros demorou cerca de 12 minutos e os caminhões mais pesados, pela grande quantidade de água que transportam, chegaram com 22 minutos, o que resulta um tempo de resposta satisfatório para com as normas de nossos protocolos, uma vez que os postos de bombeiros estão situados no Centro, Distrito Industrial I e na Vila Pacífico, portanto tendo de percorrer uma distância longa, com trânsito intenso e obstáculos de redução de velocidade.
Contudo, visando ainda esclarecer tais afirmações e questionamentos e primando pela transparência das ações de trabalho do Corpo de Bombeiros, o subcomandante do 12º Grupamento de Bombeiros, capitão PM José Milton Franco de Arruda, recebeu na última sexta-feira, dia 25 de janeiro, na sede do 12º GB, o senhor Jurandir Posca, ocasião em que pode expor ao empresário os registros das ligações/solicitações para o incêndio no Distrito Industrial III, como também informar que neste sinistro estava empenhada toda a frota de viaturas do Corpo de Bombeiros de Bauru, sendo necessário acionar, inclusive, bombeiros de folga para combater o incêndio em questão, ficando de forma evidente e explanada que o Corpo de Bombeiros de Bauru empreendeu todos os esforços para conter e extinguir o citado incêndio, o que é comprovado pelo confinamento do incêndio, impedindo a sua propagação para a empresa vizinha, a qual trabalha com produtos plásticos, evitando assim um incêndio de proporções bem maiores.
Cabe ressaltar que pelo poder calorífico do material existente na referida empresa sinistrada e pela intensidade e tamanho do fogo encontrado pelo Corpo de Bombeiros, foi priorizado a proteção da empresa vizinha, o que foi conseguido com sucesso. Esperamos ter esclarecido o que de fato aconteceu e desde já nos colocamos à disposição para sanar futuras dúvidas.
Rogério Gago - major PM - comandante interino