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Neide Carlos |
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Delegado Valencise (à frente) recepciona comitiva de policiais em visita à nova sede |
Com a previsão de começar a funcionar em março, a “superdelegacia” da Polícia Civil recebeu ontem a visita de vários delegados de Bauru e região. Autoridades da Capital também conheceram as instalações e elogiaram o projeto. Na visita, foi anunciado que a migração das unidades policiais será feita aos poucos. Assim, o Plantão da Polícia Civil será último a integrar a nova sede.
A reportagem do JC conheceu, com exclusividade, a Central de Polícia Judiciária de Bauru. O prédio fica na quadra 23 da avenida Rodrigues Alves e reunirá a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Delegacia da Infância e Juventude (Diju), o Plantão Permanente da Polícia Civil e os quatro distritos policiais.
“Iremos escalonar as mudanças. Ou seja, os distritos irão migrar aos poucos para lá”, explica o diretor do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 4 (Deinter-4), Benedito Valencise.
Ele ainda confirmou que o prédio começará a funcionar já no mês que vem, sendo que deve ser equipado ainda no fim de fevereiro. “Estamos terminando as adequações e os policiais passarão por um curso de gestão pessoal”.
O delegado seccional de Bauru, Marcos Mourão, explicou que já existe o cronograma apontando quando cada delegacia integrará a “supersede”. “O plantão será o último a mudar. Isso porque não iremos interromper o atendimento à população. O plantão só irá para lá quando tudo estiver pronto”.
Espaçosa e aparentemente bem planejada, a nova sede da Polícia Civil é a “menina dos olhos” da corporação para 2013. “Ficou melhor do que estávamos imaginando”, disse o diretor do Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil, Silvio Balangio Júnior.
Outro que veio da Capital e aprovou a “superdelegacia” foi Valdir Assef Júnior, assessor da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP). “Já existem projetos semelhantes em outras cidades. Mas não com esse nível de ousadia. O que vi hoje (ontem) pode ser um modelo não só para São Paulo, mas para o Brasil todo”, conclui.