O Instituto de Artes (IA) da Unesp, em São Paulo, encantou o público no final de outubro de 2012 com a apresentação da ópera “Dido & Aeneas” (Dido e Eneias), de Henry Purcell. Foi a primeira ópera completa produzida por professores e alunos do IA. A produção envolveu atores, bailarinos, cantores, músicos, cenógrafos, maquiadores e figurinistas.
Uma equipe de reportagem da TV Unesp acompanhou os bastidores e a apresentação do espetáculo. A repórter Katiuscia Reis e o repórter cinematográfico Jackson Siedschlag registraram todos preparativos horas antes da apresentação.
O resultado poderá ser conferido na programação da TV Unesp nesta sexta-feira, às 18h, com reapresentação no domingo, às 13h. A programação da TV Unesp é sintonizada em Bauru por sinal aberto (canal 45 UHF), pelo cabo (canal 32 NET) e simultaneamente pelo site da emissora: www.tv.unesp.br.
O material produzido será exibido logo após entrevista das professoras Kathya Godoy e Marcia Guimarães, professoras do Instituto de Artes da Unesp e responsáveis pela produção do espetáculo. Elas contam à jornalista Mayra Ferreira, no programa “Diálogos”, todos os detalhes do espetáculo e falam dos desafios de se produzir uma ópera.
O espetáculo é resultado da produção conjunta entre os três departamentos do Instituto de Artes da Unesp: Música, Artes Cênicas e Educação e Fundamentos da Comunicação.
A obra - “Dido & Aeneas” é originalmente constituída de três atos, sendo a primeira parte totalmente cantada. A estreia teria sido na Escola para Meninas de Josias Priest, em Londres, no ano de 1688.
A história se baseia no livro IV de “Eneida”, do poeta romano Publio Virgílio e retrata o amor de Dido, a rainha de Cartago, pelo herói troiano Eneias, e o desespero dela ao ser abandonada pelo herói.
O autor Henry Purcell (Londres, 1659 -1695) é considerado um dos mais importantes compositores ingleses. Tornou-se bastante respeitado pela corte britânica por sua facilidade em compor para diversos gêneros e públicos.
Além de “Dido and Aeneas”, compôs outra ópera, “A Tempestade”, além de odes, hinos, composições religiosas e sonatas.