09 de julho de 2026
Nacional

Quatro têm sua prisão decretada após morte em UTI de Curitiba


| Tempo de leitura: 1 min

A Justiça determinou a prisão de quatro pessoas que trabalhavam no Hospital Universitário Evangélico, em Curitiba, onde atuava a médica Virgínia Souza, suspeita de provocar a morte de pacientes na UTI da unidade. Até a tarde de ontem, a informação era de que três pessoas haviam sido presas e uma ainda era procurada, mas o fato não foi confirmado oficialmente pela Polícia Civil.

O advogado da médica, Elias Mattar Assad, disse que a operação não estava clara e que ele foi informado da detenção de cinco médicos e de uma enfermeira.

De acordo com a polícia, a prisão temporária de quatro integrantes da equipe da médica foi definida pela Justiça na noite de anteontem. As equipes policiais começaram a cumprir os mandados de prisão por volta das 6h de ontem. Não foram divulgados os nomes dos suspeitos nem o motivo da prisão.

Para o advogado da médica, que deve defender também os suspeitos presos, as novas prisões foram apenas uma forma de desqualificação de testemunhas que poderiam depor em favor de Souza.

A médica está presa desde a última terça-feira sob suspeita de cometer homicídios qualificados. Segundo a polícia, há indícios de que pacientes do SUS tenham sido mortos para “liberar” vagas para outros que pagariam pelo serviço. Ela nega as acusações.