Em relação à reportagem do dia 30/03 sobre o hospital Theresa Perlatti (pág. 4), gostaria de esclarecer que na época do encontro de 1987 em Bauru, eu trabalhava e estudava no Rio de Janeiro. Sou somente um militante da luta antimanicomial e que esta temática está relacionada à minha atividade na universidade de ensino, pesquisa e extensão desde 1989, quando mudei para Bauru. Sou, sim, um defensor das propostas do movimento antimanicomial e dos direitos humanos no trato com o sujeito que sofre de transtornos mentais ou é dependente de drogas, bem como com seus familiares. "Por uma sociedade sem manicômios!"
Osvaldo Gradella Júnior