Ultimamente, é constante a solicitação, pela imprensa, no sentido de que não se dê dinheiro (ou esmola) nos sinaleiros, etc.
Vou mais longe, acho que em nenhum lugar. Tal procedimento incentiva a pessoa (criança ou adulto) a não trabalhar. Sugiro, então, por exemplo, que o auxílio, sem comentário, deva ser dado a uma instituição de caridade digna de crédito, ou a alguém ou família que realmente esteja passando dificuldade financeira proveniente de doença, acidente etc. Essa ajuda deve ser dada a quem é trabalhador e procura viver honestamente e não a quem já é ou virá a ser um parasita da sociedade.
Guilherme Garmes Filho