Sou nascido na cidade de Bauru e acompanho rigorosamente todas as notícias referente a política, pois é um assunto que aprecio muito, apesar de que quanto mais a gente se infiltra, mais percebe as bárbaras irregularidades que existem...
Mas mesmo assim, gosto de sempre estar bem atualizado nessas questões. Recentemente li uma carta nesta ilustre Tribuna onde uma pessoa teve que justificar por que havia passado no concurso de leiturista no DAE... É inacreditável ter que justificar essas coisas, até parece até que é um cargo de "presidente da República" ....
Outras matérias que me deixaram indignado é que por diversas vezes também aqui nesta ilustre Tribuna acompanhei várias reclamações e reivindicações de assuntos relacionados a cemitérios municipais, falando de abandono, serviços mal executados, mão de obra de reeducando sem controle algum sobre os mesmos, e até abusivas taxas cobradas para compra de túmulos dando a entender que por trás existe máfia... Quero aqui relatar que nesse setor de cemitérios administrados pela Emdurb existem atualmente 3 assessores (com altos salários) de um só vereador, o Carlinhos do PS, do qual nem mesmo se houve falar na Câmara, pois nunca vi projetos dele e até li ultimamente nas entrelinhas deste jornal JC que desde 2009 ele não utiliza a tribuna para falar....
Então, como é que pode um vereador que é tão sem habilidade poder "colocar" tanta gente em um mesmo lugar, e o pior de tudo, sem competência alguma, pois elogios até o momento não vi, somente tenho acompanhado que está tudo abandonado e totalmente desamparado.
Será que nessas autarquias não existem funcionários que já estão lá há alguns anos, com maior conhecimento, maior capacidade para poder administrar e cuidar melhor de um setor que deve ser mais priorizado? Pois esses políticos apenas passam pelos órgãos por um determinado tempo, ganhando bem e não desempenham suas funções como deveriam, apenas se preocupam com seus salários no final do mês. Sr. presidente da Emdurb, por favor, acompanhe mais de perto essas situações e tome as providências necessárias para que possamos, quem sabe ainda, poder ler matérias de elogios.
Armando Augusto Ferraz da Silva