08 de julho de 2026
Geral

Em meio à perda de fiéis, poder evangelizador contou na escolha

Vitor Oshiro
| Tempo de leitura: 1 min

A crise existe. Além da inesperada e atípica renúncia de um papa, denúncias de corrupção e escândalos sexuais, o catolicismo sofre ainda com a “concorrência” de inúmeras outras religiões e, assim, perde fiéis.

A escolha de Jorge Mario Bergoglio é uma estratégia para conter esse contexto.

“Ele é jesuíta, o que significa que é bastante ligado às missões. Esse caráter evangelizador é algo muito importante. Ele tem essa diferença com o Bento XVI. É mais pastoral”, teoriza dom Caetano Ferrari.

O bispo de Bauru explica que, além de resgatar as missões em terrenos “onde a fé não chegou”, o novo papa deve usar de outras estratégias na evangelização.

“É preciso fundamentar a fé nos católicos para fazer com que, por um não entendimento, eles não abandonem a Igreja. E também é necessário lançar mar adentro o Evangelho de Cristo”, finaliza.