Quando foi posto à venda, ostentava um belo campo de golfe, um campo de futebol (este ainda subsiste), quadras de tênis, piscinas e amplos salões de reuniões que, se dizia, para uso dos futuros proprietários; as estruturas ainda existentes, mas totalmente decadentes.
A Alameda das Andorinhas, asfaltada, era o protótipo do que seriam as futuras alamedas ainda que não asfaltadas, mas calçadas. Hoje, o panorama é outro, o mato, a falta de manutenção, os buracos as tornam intransitáveis pondo em risco a segurança de quem por elas trafega.
A coleta de dejetos através de fossas não confiáveis e abertura desenfreada de poços artesianos põem em risco o lençol freático, seja pela contaminação através das fossas e exaustão através dos poços, já que não contamos com os serviços do DAE, a pouca água encanada que lá temos é fornecida e explorada por terceiros e de forma precária, ou seja, sem tratamento que garanta a sua salubridade.
Assim sendo, apelo às nossas autoridades que façam um mutirão para regularizarem o loteamento do Igapó, e faço esse apelo à Câmara Municipal de Bauru, à Prefeitura de Bauru, ao DAE e, por que não, ao próprio Ministério Público.
Aos moradores do Vale, a pressão junto aos partidos políticos, principalmente se forem filiados a algum deles, aos políticos que conheçam, mostrem a indignidade que sentimos, diante da situação hoje existente.
No mês corrente, a prefeitura se lembrará de nós, através do carnê do IPTU, não deixe pois que o depois seja marcado pela indiferença política como acontece após as eleições.
Nós, como cidadãos, podemos ser tudo, menos omissos. Que ninguém o diga que somos!
José Carlos da Silva